segunda-feira, setembro 12, 2011

E se for eu?



Nos últimos três anos da minha vida tenho lutado muito para não me isolar totalmente. Digo que sim mais do que digo que não, é sempre a solução. O critério é dizer que sim a tudo o que for dentro de Lisboa, não ao que for fora.

A verdade é que a humanidade diz-me para eu me sentar no meu quarto e não sair de lá. Os próximos tempos serão mais ou menos assim, forçados, mas bem vindos.

É que do espaço não nascem cogumelos voadores por acaso, e não descem à terra com razão. Já tenho a certeza que eles existem e vêem aí, curiosos a ver o mais delicado dos beijos ao mais absurdo massacre. Uma mulher que deita um beijo na nuca do seu filho, e um homem que rebenta uma bomba na cresce onde a mãe o deixou.

A sério, há notícias que me deixam com dificuldade de me identificar com a raça humana. É difícil entender a ligação para aqueles lados... (link) Só um alienígena é que pode ver estas coisas e sentir o normal distanciamento.

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