quinta-feira, março 08, 2012

2,1,0

Hoje dormir não foi comigo. Não porque não quisesse. Sò que estive a fazer coisas.

Bom. Hoje estava para escolher uma música para pôr aqui, depois queria outra, depois achei que tinha de ser algo épico mesmo... mais tarde cheguei à conclusão de que não há música épica o suficiente para o que eu vou fazer amanhã.

Então é assim que eu parto. Este blogue não termina. Nem pouco mais ou menos. Só não me terá como eu tenho sido. Será um blogue esporádico de intervenção pública e artistica. Outra casa irei construir quando estiver mais estável.

E um até já para vocês os poucos.

terça-feira, março 06, 2012

A título de curiosidade



Não. Só mesmo porque gosto da expressão. Não há curiosidade nenhuma aqui...

6, 5, 4, 3





Em modo fulminante!

sexta-feira, março 02, 2012

7

Do fim ao final



Os tempos são difíceis. Uma coisa é certa. Eu não quero ser um apêndice. Sou um apêndice. Não quero. Apêndice. Um apêndice serve de pouco. Aliás, de nada. Dizem os entendidos que - se lá está, é para alguma coisa. Mas do que é que os entendidos entendem? De apêndices. E todos os entendidos me entendem. Todos os entendidos sabem perfeitamente quem eu sou. Então é por isso que eu já não sou. Um apêndice. Não quero não servir e ser entendido pelo obscuro sentido de o ser. Um apêndice. Vivo sem o meu e sou um completo, do princípio ao outro princípio. Do fim ao final.

quinta-feira, março 01, 2012

quarta-feira, fevereiro 29, 2012

9

Tenho um amigo



Tenho um amigo, de quem gosto como um irmão. Adoro o tipo. Ele sofre. Emprestei-lhe o sofá um dia. É como emprestar o colo, mas eu sou um gajo. Tenho pena de não o conseguir ajudar. Por falta de capacidade, e porque certamente há coisas que as pessoas têm de fazer por elas próprias.

É engraçado. Não sei lidar com o sofrimento dos outros. É bem mais difícil do que lidar com o meu próprio. COm o meu é fácil. Sei que se trocasse de lugar com ele... não sei. Mas se pudesse trocava. Resolvia e voltava a trocar. Era mais fácil.

Amo uma mulher, de quem gosto como o ar que respiro. Amo aquela mulher. Ela não está impecável. Mas não tenho sofá para lhe emprestar. Nem sei como posso ajudá-la. Até porque em certa medida ela não precisa da minha ajuda, nem ele, o meu amigo. Eles não precisam realmente de mim. Mas existindo, eu preciso de os ajudar. É difícil quando não consigo. É difícil quando descubro que não é o meu lugar e tento...

Gostava de lhe tocar e de a fazer sentir-se melhor. Gostava de lhe dizer as palavras certas... Para ela, nos momentos mais difíceis, não se sentir desajustada, mas mais calma. Porque todas as peças vão encaixar...

Não sei... Gostava de sentir que conseguia mudar o que está à minha volta. Mas por vezes o que eu toco transforma-se em pó. Sou alérgico ao pó... Tenho de arranjar maneira do meu toque de Midas ser mais concreto. Mas resoluto...

Estou prestes a achar que realmente o Pastelinho não é lugar para isto... Mas por vezes quero escrever. E encontro-me aqui...

Ps: Desculpem os erros, mas este foi mesmo aqui... rápido...

terça-feira, fevereiro 28, 2012

10

Porque chorar não seca os olhos



E porque chorar não seca os olhos, porque chorar faz-nos fechar os olhos, e ao abri-los ver melhor, e ao focá-los ver sem dor

É...



Cinco minutos são diferentes de três e de sete... mas há pessoal que não vê isso bem assim. Esta música tem cinco minutos e mais uns segundos. Aproveitem.
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