quarta-feira, agosto 31, 2005

Neste blog 80% benfiquista, não podíamos deixar passar a contratação de dois jogadores para o ataque do Glorioso. Apesar de tudo, depois de tanta espera, ainda custo a acreditar. Mas quando vejo que contrataram um avançado-centro em vez de um ponta-de-lança (há diferença, não me apetece é agora explicá-la...), caio na real ao lembrar-me dos incompetento-interesseiros que actualmente gerem o grande Sport Lisboa e Benfica. Ainda assim são dois moços competentes, sendo que o grego Karagounis (cuja fuça é extremamente igual à dos gregos retratados nos livros do Asterix) até marcou até marcou a Portugal no Euro2004! Ora, o Benfica já tinha contratado um jogador que tinha realizado a mesma façanha (o checho Poborsky) e até deu resultado. Bom augúrio, portanto.
Se o Miccoli significar o afastamento do Nuno Gomes, então já sou um homem feliz, é tudo o que tenho a dizer.
P.S. - Vá lá não venderam o Simão. Também era só que faltava vender o gajo sem fazer lucro! E como não gosto do Benitez, junta-se o útil ao agradável.
Pedro Branco

quinta-feira, agosto 18, 2005

Em nome de quê? I

Não nos cansamos de saber que somos um país de burros. Talvez pior. Porque os burros andam atrás de uma cenoura provavelmente verdadeira e o nosso país anda atrás de uma cenoura de plástico.
Toda a gente faz asneiras. Mas Portugal, para além de não ser "gente", mas sim um país com uma história, uma identidade e um potencial únicos, continua a fazer as mesmas asneiras há anos e anos a bater com a cabeça numa porta que já está estragada de tantas cabeçadas.
Depois da total e completa violação do Algarve nos anos 80 e 90, com um crescimento urbanístico completamente desmesurado que arruinou por completo e de um modo irreversível zonas como, só um "pequeno" exemplo, Albufeira, chega agora -para quem não sabia- a notícia de que mais 100 mil casas vão ser construídas no Algarve nos próximos anos.
O concurso "vamos arruinar de vez o Algarve" já começou. O Presidente da Câmara de Lagos, Júlio Barroso, lança o mote:
"Claro que gostava de ver a Meia Praia numa zona verde (...) Mas não sou dono daquilo. Também não podemos cair em fundamentalismos ambientais que impeçam um desenvolvimento adequado"

O bom do Júlio não é "dono daquilo". Vamos ajudar o Júlio. Vamos tirá-lo, talvez, da Câmara. Vamos lançá-lo como empresário de construção civil para que ele, um dia, possa dizer que é "dono daquilo". E quantos aos fundamentalismos ambientais, tenho a plena convicção que Beirute competiria com Albufeira, Armação de Pera e Quarteira a nível do tal "desenvolvimento adequado".
Ordenamento do território sustentado?
Enquanto o bom do autarca vai ao diccionário ou pede a um acessor para explicar o que é isso, a Costa Vicentina está à espera para ser massacrada.
Que diacho, Gilberto Viegas, autarca de Vila do Bispo, parece que tem a resposta na ponta da língua:
"Não queremos o turismo do parque de campismo, mas o do hotel de cinco estrelas".
Respiro fundo para ver consigo concluír este texto sem insultar estes tipos, que depois de terem ajudado a enterrar definitivamente a qualidade de algumas zonas algarvias, vão voltar a cometer o mesmo CRIME.
Em nome de quê?

Manuel Castro

segunda-feira, agosto 08, 2005

Teremos sempre Akwá

Segundo o site d´A Bola, o Feyenoord não vai vender Kalou, o costa-marfinense maravilha que interessa a quase todos os colossos do futebol europeu mas que, aparentemente, estaria a caminho do Benfica. Segundo o mesmo jornal, a AS Roma já pode inscrever jogadores, o que também é uma má notícia para o Benfica, pois Nonda, ponta de lança congolês que também interessava ao Benfica - que estava na expectativa e provavelmente à espera que a situação não se resolvesse deste modo - pode assim ser inscrito e jogar pelos romanos.
E agora?

Manuel Castro
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