quinta-feira, dezembro 29, 2011

Buscar forças



Jà aqui coloquei este vídeo, umas 10 vezes, ok, talvez tenha sido só uma, ou duas. Mas o que eu gosto nesta música e em especial nesta versão com este vídeo, é a força que a Samantha Crain tem e a força com que canta. É muita genica para não dar força também a quem o vê.



I feel just like the king...

Porque ninguém sabe nada de ninguém a não ser que queiram olhar. E estas moças também têm muita energia. Gosto de energia. Hoje não vou dançar. Estou com energia acumulada.

Na realidade



A minha vida baseia-se numa frase do Bambi...

Primeiro plano



As novas estradas, os novos primeiros planos, as novas prioridades.

quarta-feira, dezembro 28, 2011

Hà dias

Há destes dias... Dias em que as coisas avançam, dias em que tudo se mexe, em que ficamos com 50 euros na conta, mas felizes por isso, como nada nos poderia fazer mais felizes. Viva a crise, viva os amigos e viva! bom... viva os novos horizontes. As novas coisas e as novas pessoas.

Por falar em coisas novas, sempre o derradeiro objectivo de uma vida, o olhar novo para tudo o que nos aparece na vida, até mesmo o que sempre esteve à nossa frente.


Apresento-vos O'Death.


Sim, um nome sugestivo, mas caramba a morte é a última das novidades! Estes são só a última novidade. Já os tinha ouvido há uns meses, mas só hoje é que lhes prestei a devida atenção. E ando para aqui a descobri-los. Ao mesmo tempo que ponho aqui um dos seus vídeos. A seguir tenho de arranjar maneira de ter o disco deles... a ver. Que ter 50 euros na conta gera verdadeiros problemas para os... verdadeiros mecenas das artes. O pessoal que não faz download.

sábado, dezembro 24, 2011

Sentir falta de alguém

Há vários estádios de sentir falta de alguém. Eu passo por vários. POr pessoas que já não estão cá, por pessoas que estão mesmo aqui ao lado, mas que não falo, porque adio para amanhã, pessoas que estão longe, pessoas que não estão longe nem perto, mas que seria necessária algum esforço... aquele pequeno esforço, que quando se ganha força para o ter, verifica-se que não custa nada.

E depois há aquele que eu sinto agora. Mais... E esse sofro por querer sentir ainda mais falta, por anticipar o momento, por querer estar lá, ou por viver já lá, mesmo estando cá.

E sim, também estou a falar de política.

domingo, dezembro 18, 2011

A alternativa

Eu tenho dois pratos que me fazem mal, põe-me doente e vão eventualmente levar-me à morte. Há um terceiro que eu como de vez em quando, que me faz igualmente mal, mas é bom variar.

Hà dois pratos que nunca lhes toco. Porque não me parecem bem. Com a maneira como a minha saúde anda, já nem posso justificar porque é que não gosto deles. Mas não gosto. Então ficam sempre parados. Ainda que esses pratos me possam eventualmente salvar a vida, e até me saberem muito bem.

É o link

e é o link

Farto disto estou eu...

sexta-feira, dezembro 16, 2011

Os contos de fada



Devia estar no bairro hoje. Parado no meio de uma multidão, sozinho, de cerveja na mão. Parado a meditar feito monge. Parado com gente a passar freneticamente porque para elas eu não existo.

Por vezes tenho medo de passar por este mundo sem ser notado. Por vezes não quero outra coisa. Hoje senti-me profundamente "desnotado", o que para alguém que vê uma corrente de coisas a passarem-se à sua frente, é algo deprimente.

Portanto hoje vou dormir mais cedo. Hà algo melhor para a tristeza do que dormir? Ao menos os sonhos controlo eu.

quarta-feira, dezembro 14, 2011

A roda



E pronto. Terminou a saga. Amanhã começa uma nova etapa da minha vida. Vão ser três meses intensos, de não ter tempo para quase coisa nenhuma, espero, porque assim vai ficar bem feito.

A roda da vida segue o seu caminho. Com os desvios necessários, os furos e as substituições de peneu... Porque é que eu penso em rodas de carros quando falo na "roda"?

Não sei.

Voltei, sem nunca ter anunciado ter-me ido embora.

ps: a minha dislexia nunca me deixou escrever bem pneu... nunca.

segunda-feira, dezembro 12, 2011

Elisa

Elisa Rodrigues - "Ain't No Sunshine" (com Júlio Resende) from MPAGDP on Vimeo.


Chamo a atenção a todos os que passam aqui pelo Pastelinho para a magnífica Elisa Rodrigues. Que tem concerto dia 22 deste mês. É uma produção independente. Apareçam, apoiem a nova grande voz do Jazz nacional.

domingo, dezembro 04, 2011

E porque é que eu não hei-de querer tudo?

MGMT - All We Ever Wanted Was Everything from oneedo on Vimeo.


Hà alguma razão? Já chega de dias frios debaixo do meu "edredão".

segunda-feira, novembro 28, 2011

Curar chagas de caracter social!



Há coisas importantes a resolver pelo mundo. Reconhecer mundialmente este problema que afecta tantos portugueses foi um passo importante em direcção à sua resolução.

Muito importante.

sábado, novembro 26, 2011

sexta-feira, novembro 25, 2011

Atenção ao incauto

Hoje entrou alguém no Pastelinho com a seguinte procura de palavras "Miguel Bordalo assassinado". Ainda não meu amigo. Ainda não.

quinta-feira, novembro 24, 2011

Ghost Dog



Sou muito fã do Ghost Dog - The way of the samurai. A mistura de culturas, o valor da lealdade, o poder da escolha e a força da dívida. Tudo misturado num filme exímio, um dos meus filmes favoritas de todos os tempos.

É que cheguei ao King, e entrei no cinema a pensar que seria estranho ver um filme de acção, e saí de lá derreado. Como é que em pouco mais de 116 minutos, que parecem muito menos se consegue dizer tanta coisa, e se consegue fazer sentir outra tanta.

The Ghost Dog - RESPECT

quarta-feira, novembro 23, 2011

cães



É certamente um dos melhores videos que vi nos últimos tempos. Sou muito fã de cães. Devia arranjar mais tempo para os meus.

segunda-feira, novembro 21, 2011

Que tipo de homem eu sou?

Pois aqui vai, com várias bocas a cairem no saco, directo e sem possibilidade de resposta. (link)

Primeiro é a fase “Homem das Cavernas”. Beleza é coisa de “gaja”. Homem que é homem tem um sabão azul que tanto serve para lavar tapetes de Arraiolos como o cabelo. Não se atreve a comer nada que seja “light” ou “0%”. Faz a barba a seco com uma catana, prefere apanhar uma queimadura em 2º grau do que pôr protector na praia e uma massagem é só a parte aborrecida antes do “happy ending”. São homens, daqueles de verdade e à antiga.

Eu sou um pouco isto, tirando a catana, mas só porque não dá jeito, e quanto a massagens. Bom eu gosto de tratar bem uma mulher, antes e depois do "happy ending".

Mas depois evoluem ligeiramente. Já compram champô, trocam de vez em quando a cerveja por vinho e a entremeada por peixe e têm uma lâmina de barbear, ainda que descartável e que, milagrosamente, dura meses e meses… Este é o homem do século XXI: asseado q.b. com aquele ar desmazelado e descontraído que até tem o seu charme.

Não ao vinho. Sim, dura mesmo meses e meses. Sem charme. E sem gel, que o tipo descrito nesta fase tem gel.

Os outros dois mais a baixo não são comigo.

domingo, novembro 20, 2011

O meu facebook XII



COstumo-me rir com Stand Up Comedy, o Conan tem sempre bons convidados. Mas este foi qualquer coisa de anormal de cómico. De chorar...

sexta-feira, novembro 18, 2011

Os ventos da mudança



Não os sinto, eles já sopram nas minhas costas há algum tempo e eu não lhes ligava. Tudo me empurra para a mudança, alterar coisas que tinha como certas.

Normalmente um tipo adverso à mudança é forçado à mudança pelas circunstâncias. Desta vez sou eu quem vai forçar aquela liga de aço tão dura que é a minha resistência à alteração das coisas que se passam na minha vida.

Ainda durou alguns anos a minha negação à mudança. Foi bom enquanto durou.

Repetindo-me acho...



Já é tanta música que eu não sei se me repito ou não... Se me repetir também. Olha. É o que é. Por vezes faz parte na vida repetirmo-nos.

Uma coisa é certa. Por vezes sabe bem a prespectiva de fazermos algo totalmente nova. É assim. Estou como estou.

quarta-feira, novembro 16, 2011

Os meus anos 90



Esta música lembra-me uma boa época dos meus anos 90. Provavelmente porque há ali qualquer coisa no baixo que me faz lembrar os Morphine. A Burbon Princess não precisa de ficar associada àquela banda que terminou, mais ou menos eu sei, terminou só para mim... de forma algo trágica.

Gosto de ouvir a Bourbon Princess de vez em quando. Aí isso gosto.

segunda-feira, novembro 14, 2011

2001


Devia ser um post dedicado à evolução dos homens, e à relação que nós temos com a ciência e com as máquinas. Mas fica um vídeo a mostrar porque é que o John Stewart é genial. Porque mostra tudo nos moldes que devem ser mostrados. Porque a humanidade não sabe lidar com a sua própria humanidade. Espero que ainda.

É triste



Festejar o post número 2000 no Pastelinho com uma referência a um dos piores personagens da televisão portuguesa, e um tipo que tenho de aturar todos os domingos no estádio da Luz... Insuportável! Não podia ser sportinguista o gajo? Não podia ser portista?

Mas como é uma sátira hilariante, o post 2000 não está assim tão mal representado.

sábado, novembro 12, 2011

O meu facebook XI



Porque o meu facebook também é feito dos meus amigos. A Maria é uma amiga especial no Pastelinho, porque a nossa amizade começou aqui. É bom ter um blogue. É bom ter-te ao meu lado Maria.

Ela hoje está lamechas, estou a sacar uma lágrima. Má onda...

Sound Cloud em repeat Murmurations

Murmuration by Nomad Soul Collective

7/8 (Murmuration) Original by Nomad Soul Collective

Estou ainda a tentar compreender qual dos dois gosto mais, se o segundo tem mais elementos, o primeiro tem os espaços sonoros mais afastados, os momentos de silêncio e os momentos musicais fortes muito separados o que dá uma viração mais épica ao tema.

Eu ainda não entendi bem quem eles são, descobri o tema, parece que são um grupo que fez três temas, este, genial, e outros dois sofríveis. Pode ser que haja aqui alguma coisa de especial ainda assim. Vou investigando.

Para estar atento a: Nomad Soul Colective.

sexta-feira, novembro 11, 2011

Massivo

3D & VERMONA DEMO by Euan Me

Ainda não ouvi. Ouçam primeiro e digam-me qualquer coisa. Falta de tempo.

O meu facebook X



As coisas que uma pessoa descobre às metades no facebook e depois tem de as ir descobrir inteiras. Esta música hoje fez-me bem. E fará com certeza num futuro próximo também.

Hoje é dia de Pinguim



Parece que vem aí um novo disco deles. Devia ser mais atento ao trabalho deles. São tão apetecíveis...

Talk Radio



O filme que mais lutei para ter na minha vida, está agora, com mais sentido do que nunca orgulhosamente sentado na minha prateleira. Que diga-se, já está pequena demais para os filmes que tenho. Uma tragédia.

E porque é que está com mais orgulho do que alguma vez esteve? Simples. É um de cinco filmes de que possuo duas cópias. Dois deles porque tenho outras cópias para oferecer quando chegar a altura, o "Lord of War" e o "Bem-vindo ao norte". Outros dois porque entretanto o primeiro dvd se estragou e arranjei um de substituição, "Comunidade", "Inadaptado" e há um terceiro, lembrei-me agora "Carlitos Way", portanto há mais um as contas do início estão erradas, eu não vou alterá-las.

O sexto! O sexto é um dos filmes mais importantes da minha vida, mostrou-me bem como é que a comédia, a sátira e o confronto podem tornar-se algo completamente uno. O filme mostra-me uma tonelada de coisas, acho que já o vi uma tonelada de vezes. E porque é que ele faz mais sentido do que nunca. Porque tem duas cópias muito especiais, a minha primeira experiência a comprar merdas na Amazon, que corre mais mal do que bem na maior parte das vezes, porque se pede sempre um dvd que vem dos EUA. Assim tenho ali um dvd inútil, não porque esteja estragado, e também não o posso oferecer, inútil até há uns tempos, em que me parece ser agora possível usá-lo... a ver...

A música que aparece no início deste post fecha o filme, dando uma sonoridade muito própria àquele filme incrível do Oliver Stone. Sobre este filme falarei mais tarde, depois de o ver novamente, se conseguir na próxima semana.

11.11.11



O mundo não vai terminar, ainda preciso de ter algum tempo para jogar a isto. Para além de muitas outras coisas. Que neste momento vivo um pouco no futuro...

quinta-feira, novembro 10, 2011

Certamente



Não sei que diga. Ando com um caso estranho de inexplicavel estado sentimental. Novidade para mim, certamente.

quarta-feira, novembro 09, 2011

Bill Clinton


Façam atenção à última parte da notícia. O Clinton sempre foi um tipo inteligente. Não se pode sair de uma crise de dívida com austeridade. Mas ninguém parece entender isso.

terça-feira, novembro 08, 2011

Directamente de Marrocos



Como foi uma música uma vez cantada pela Billie Holiday, tenho sempre dificuldades em adorar, mas porra, esta semana vou ter oportunidade de gostar de muitas outras coisas da Hindi Zahra.

Ok, depois de ouvirmos esta versão duas ou três vezes faz-nos esquecer um pouco que a Billie Holiday, o que é o maior elogio que eu posso fazer à marroquina...

Que cantora incrível...

segunda-feira, novembro 07, 2011

Estilo



Muito estilo.



E hoje estas músicas ,apesar da música duvidosa que estive a ouvir durante a noite de hoje não me saiam da cabeça.

domingo, novembro 06, 2011

Repetindo-me

Epá Miguel, não gostas de viajar? Epá... nem por isso. Acho que devias ir viajar, fazer um cruzeiro pelas Caraíbas, conhecer aquilo tudo.

Um cruzeiro?



Eu até ia, mas só se soubesse que isto ia definitivamente acontecer.

sábado, novembro 05, 2011

As coisas que nos pesam



Prometo ser esta a última música co Liam que eu aqui ponho...

O frio a sério



Gosto do frio. Aquele frio que se sente nos ossos. Gosto de ter roupa pesada para me aliviar desse frio. Gosto que os meus olhos gelem, e eu só me apreceba disso ao fechá-los. As minhas mãos fervem e cola-las ao meu rosto frio é também algo que me apraz.

E enfim. Gosto disto tudo e só penso em calor.

quinta-feira, novembro 03, 2011

Para a D



Já o conhecia. Mas não lhe tinha prestado a devida atenção. É realmente qualquer coisa...

...

Pelos dias que passam



Aos momentos que ficam.

Um brinde!

Está a chover



São as chuvas de Novembro a caírem-me na pele, ou os quentes ventos do equador com fragrâncias de mel. As chuvas que reconheço, os ventos que cobiço. A minha pele molhada, o frio que a flagela, ou a minha pele queimada e o quente que a debela.

Decisões decisões...

E se a chuva gostar de me cair em cima, e calor não quiser uma rima minha?

quarta-feira, novembro 02, 2011

Aí Lisboa...



Hoje descobri que há coisas que eu não controlo e outras que tenho de descobrir para as controlar. Também descobri que há frases como a anterior que são uma merda tão grande de escrever como de ler. Há certamente merdas que nunca nos deviam sair da cabeça.

Estou numa de descobrir...

Ora aí está


Hoje disseram-me que sou parecido com este gajo, um membro da banda Crystal Castels. Pronto. Mais uma maneira de me identificarem quando na rua. A versão Emo, disseram-me. Eu não sei o que é Emo, mas tudo bem. Realmente há qualquer coisa ali.

terça-feira, novembro 01, 2011

Nem Beirut





Me consegue levantar o espírito hoje... a minha confiança está a esvair-se em correntes de pensamento. Para onde estão a ir? Não sei...

segunda-feira, outubro 31, 2011

4,453,221,909th

O meu número...

Aparentemente vou viver até aos 75. Não me parece...

Podem ver vocês o vosso número e perder 2 minutos que ninguém vos vai dar de volta. (link)

E pronto

Faltam 11 dias para o 11.11.11.

É...

E cá vou ficando





Eu não sou um tipo romântico. Se fosse provavelmente não estava sentado nesta cadeira. Tudo o que faz parte de mim, neste momento, grita para eu estar noutro lado. E serei alguma vez capaz de o dizer? De o dizer de uma forma definitiva?

Na realidade sou um cobarde, não passo disso, e vejo os meus filmes como refúgio ao que eu quero realmente fazer. E ouço a minha música para não ter de me ouvir, para não ter de falar.

E cá vou ficando...

domingo, outubro 30, 2011

Trabalhar com música



Eu só consigo trabalhar com música, o problema de trabalhar com música é que a música faz-nos pensar naquilo que queremos e não naquilo que temos de pensar.

É por isso importante para mim, que o trabalho seja algo que eu gosto mesmo muito de fazer, porque senão distraio-me mais vezes do que quando me estou a divertir a trabalhar.

É evidente que há alturas em que a música tem uma influência mais destruidora no meu trabalho. Estas últimas duas semanas terão certamente sido o caso.

Hoje muito concentrado prometi fazer nada enquanto não terminasse o que tinha para fazer. Mas aí... pus-me a ouvir Django e aí... está tudo estragado...

Pensem só nisto



Dois dedos... velocidade de execução...

Django a tocar



Um dos videos mais manhosos de todos os tempos. Qual sincro qual quê?!? Mas a verdade é que ainda se pode ver um bocado o Django a tocar, e isso é sempre fascinante.

sábado, outubro 29, 2011

I will never treat you mean



We could plan a murder
Or start a religion

A confiança

Em tudo gosto mais de me dar com pessoas confiantes do que com pessoas menos confiantes. No trabalho, nas amizades e nas relações amorosas.

Se tenho de escolher um político, se tiver de ter um patrão, se quiser ouvir um músico. A confiança torna-nos melhores. É aquele factor extra que nos permite sair de um buraco e apontar o dedo mostrando o caminho.



Há portanto alturas da minha vida em que eu tento analizar os meus níveis de confiança. Quando entro em conflito comigo mesmo, é disso que eu penso. Não estás a conseguir lidar com isto... estarás confiante?

Eu quero-me sempre confiante.

sexta-feira, outubro 28, 2011

ok portanto

É possível que eu daqui a uns dias, exactamente daqui a 14 dias... desapareça durante uns tempos... Sei lá. Digamos... uma semana deve bastar para eu só trabalhar e fazer esta outra coisa que eu tenho para fazer.

ok portanto faltam 14 dias...

O meu facebook IX



Eu bem que me esforço. Felizmente com uma dicas posso começar a enganar as moças todas que eu conheço no faces. Magotes de moças!

O meu facebook VIII



Não era esta a versão. Há uma com Wynton Kelly ao piano que... epá... nem sei de tão bonito que é.

Grant Green e Wes Montgomery



Na minha auto aprendizagem, ainda em processo de iniciação, de conhecimento do jazz e da sua história, conheci primeiro o Grant Green e só depois o Wes Montgomery. Descobri o Grant Green que me levou a conhecer mais tarde um dos melhores guitarristas de todos os tempos, o Wes tocava guitarra com um pulsar único.

Ouçam esta próxima música com total atenção, que bem num dos meus álbum favoritos de todos os tempos "Willow weep for me". E estou aqui a escrever nem sei se há no youtube para eu mostrar... a ver se eu encontro o tema "Portrait of Jennie"...

NÃO HÁ! Raios. Odeio quando isto acontece. Queria mostrar-vos...



Deixo-vos o "Impressions", também coisa boa de se ouvir.

quinta-feira, outubro 27, 2011

A internet e os seus castigos



Há lá coisa mais irritante do que consultar uma letra de uma música, querer ver informações da NBA, consultar a bola, ou outro site de entretenimento, avistar a moça em cima e não ter o cuidado suficiente para não lhe passar com o cursor em cima. Começa aquela lengalenga gigante e irritante, que por vezes não pára. Terrível!

A internet sempre teve destes momentos de terror presentes de uma maneira assustadoramente evidente, sendo nós os responsáveis pelo seu desencadeamento. Como quando abro o público e aparece um daqueles anúncios de página inteira, e o terror é falhar o sítio onde o fechar. Esperar ou arriscar. Porque abrir uma brincadeira dessas pode dar mais trabalho, a fechar janelas e janelinhas, do que esperar que aquilo passe. Ou então aquilo nunca passa até se descobrir onde fechar...

Até estou cansado só de escrever isto.

Right on the kisser!



Não há momento mais estúpido do que a violência irracional, instantânea, sem um pingo de processo racional? Não há. Mas há qualquer coisa neste momento que me diz que aquele tipo, anormal, que não se aguenta e espeta um murro no árbitro, como muitos milhares o quiseram fazer antes dele, está a viver mais intensamente o jogo do que os outros. Demais? Certamente. Mas mais intensamente. Nada naquele momento é mais importante que aquilo. E quem é que já passou por um momento absolutamente puro como aquele? Puramente estúpido? Sim. Certo. Mas puro ainda assim.

Porque não...

A Pusinko tem uma rubrica onde fala do pessoal que chega ao blogue dela via google, ou motores de busca. No caso do Pastelinho isso não poderia existir, porque são raras as pessoas que procuram coisas para encontrar o Pastelinho, a não ser "O Pastelinho", ou "Pastelinho".

Mas verdade também é que há uma procura, onde o Pastelinho é rei e senhor - "Fim de Semana Lusitano". Em 2004 o sô Manuel fez o favor de deixar o Pastelinho com um post que já nos trouxe mais visitas a este blogue do que alemãs a voltarem de férias a Portugal por causa do Zezé Camarinha. Ok não serão muitas, mas são algumas. E na procura "Fim de Semana Lusitano", o Pastelinho orgulha-se de ter a primeira posição no top da procura.

Mas o que raio é o "Fim de Semana Lusitano"? Pergunta o leitor incauto. Se não desconfiaram com a referência ao Zezé Camarinha eu explico. É um filme pornográfico português. Uma referência na industria, pelos vistos, que se alguém souber como lhe pôr as mãos, sem que alguém lhe tenha posto as mãos primeiro em cima, de preferência... bom preferência não, mais uma exigência, que diga. Por curiosidade, deve ser coisa linda...

Agora era ver se o meu caro colega de blogue fez a referência ao filme, ou se foi um feliz acaso... conhecendo a peça diria que ele não dá ponto sem nó. E lendo o texto, não ficam a restar muitas dúvidas.

Ps: Mais uma vez a Pusinko fica para sempre ligada no gigante mundo da internet, através deste blogue, a algo suspeito...

Ps 2: Gostava de ver algumas caras de pessoal a ler um post político quando à procura de outras coisas. Ou então não queria ver cara nenhuma. Que esses momentos são coisa para o estranho. De certeza.

quarta-feira, outubro 26, 2011

Loudon ah?



Adoro o Loudon Wainwright III, há músicas que são tão imcompreesíveis que a barreira entre o que é verdadeiramente sério e deprimente e o que é terrivelmente cómico e hilarante se junto exactamente ao mesmo ritmo, na mesma canção. Se eu qualquer dia escrever assim. Sou um homem feliz.

Pronto



Lia hoje que bloggers apaixonados deviam ser proibidos de escrever. Bom. Está bem. Mas apaixonados quando tudo corre bem? Ou apaixonados mesmo quando nada corre bem?

terça-feira, outubro 25, 2011

É realmente uma língua musical



Quando bem usada as línguas árabes são realmente muito bonitas. Ao contrário quando se põem lá aos berros com os radicalismos islamicos, parecem só assustadoras.

A tal da primavera árabe, está cada vez mais a resultar em mais radicalismo islâmico em vez da libertação dos povos. Isto porque o povo, mal informado, não sabe o que quer.

A respirar melhor



Já tomei os calmantes. Tudo se encontra melhor neste momento. Até tenho um pouco de sono. Vou aproveitar.

O meu facebook VII

Isto tem de haver um limite do que eu sei sobre numeração romana. Vai ser bom testar os meus conhecimentos. Provavelmente é a última vez que o faço.



Enfim. Quando uma pessoa se sente deslocada isso reflete-se no nosso facebook.

segunda-feira, outubro 24, 2011

sábado, outubro 22, 2011

O Jazz meu amor o jazz

Ontem falhei mais uma vez o meu concerto de Jazz favorito. O Júlio Resende terá estado na Fábrica Braço de Prata, e eu não consegui lá ir. Ouvir aquele pianista magnífico e os seus convidados. Sou um profundo amante do jazz do Júlio, serei sempre.

Assim hoje acordei com uma ânsia de jazz, e foi a lembrar-me de uma mulher que um tema em especial me veio à cabeça. Por entre os meus, poucos, discos de jazz tenho algumas versões do Jitterbug Waltz.

Jitterbug é um nome de alguém que dança. A mulher que não me sai da cabeça dança, nunca dancei com ela, mas ela dança como deus, já a vi dançar várias vezes, antes quando não a conhecia via dançar uma vez, e só me lembrei que a tinha visto dançar antes de a conhecer, bem depois de já a ter conhecido. Sempre dançante, sempre muito bem dançante.

Esta primeira versão do Django foi a primeira vez que eu ouvi falar do Jitterbug Waltz, o Django Reinhardt que é certamente um dos tipos que mais me introduziu a temas clássicos do jazz e à minha necessidade de procura de coisas mais clássicas para entender como é que ele chegava a certos temas, da maneira como chegava, e para eu próprio testemunhar a maneira única como o Django tocava e transformava o jazz.




A seguinte é a original. Ouço-a hoje pela primeira vez. O Youtube dá algum jeito tenho de confessar. O tema original... interessante não o imaginava assim. Pensei-o sempre mais dançante, mas a verdade é que não podia ser dançante, teria de ser um swing tocado como uma valsa. Coisa tão boa essa do jazz. Uma carta de Thomas "Fats" Waller.



Um dos meus pianistas favoritos também pegou nesta música. O Art Tatum tem aliás várias versões do Jitterbug Waltz, mais intimistas, mais melódicas, com ritmos e harmonias que não lembram ao diabo se o diabo fosse um génio do jazz.



Já aqui coloquei vários vídeos do Scott Hamilton. Que é um saxofonista moderno, sem nunca deixar de sentir o jazz como os grandes interpretes. O jazz é para ser ouvido por todos. Há coisas que o Scott Hamilton faz no saxofone e como líder de uma banda que mais ninguém faz por mim. Grande versão do Jitterbug, mais uma vez.





Outro saxofonista que faz uma versão do Jitterbug Waltz é o Eric Dolphy. Eu não conheço muito bem a música do Eric Dolphy, hoje também foi a primeira vez que ouvi esta versão, o youtube deu uma ajuda nunca daquelas coisas maravilhosas do género, se você ouviu esta música, tem uma exactamente com o mesmo nome para ouvir aqui também. Obrigado youtube, valeu, não sabia que o Eric tinha uma versão disto, já o tinha ouvido, mas nunca me passou um disco dele pela estante.



Por fim, e eu já devo ter colocado esta música no Pastelinho umas 10 vezes. O Charlie Byrd... a versão do Charlie Byrd é única, é a minha favorita, é daquelas músicas que não dá para ouvir senão no youtube, porque a versão que eu tenho em disco não é tão quente. É uma daquelas coisas que me faço ouvir de vez em quando, em alturas em que preciso de saber que há coisas no mundo que valem a pena... não sei se devia estar a ouvir isto hoje...



E pronto, aqui vai a comparação de Jitterbug Waltz. Espero que gostem de ouvir os vários tons uma só música de jazz pode ter, tão diferente e como uma linha tão única...

quinta-feira, outubro 20, 2011

Não estar lá


How to disappear completely

Ontem fui sair ao bairro e tudo me parecia feio. Lisboa ficou feia por momentos, alías, desde terça que Lisboa está um pouco... desinteressante.

Estar com os meus amigos no bairro ontem foi uma experiência algo vazia, a ausência de presença que eu gostava de ver nas últimas vezes que lá estive notou-se mais do que qualquer outra coisa.

O que me faz lembrar esta música de Radiohead, como desaparecer quando acompanhados. COmo desaparecer totalmente, como não estar onde estou, como não viver o que se depara diante dos meus olhos.

E sim, é um post deprimente, e melancólico.

quarta-feira, outubro 19, 2011

Sim!

Dane Reynolds Sucks At Surfing. from Michael Kew on Vimeo.


O Manel hoje, lá no Ondas, fez-me ouvir este disco outra vez. Acho que era mesmo isso que a depressão estava a necessitar. Só espero que ter espaço e tempo para gozar a depré no fim-de-semana.

Um oceano



Um oceano enorme...

E cá estamos



A percorrer estes trilhos das saudades, estes trilhos das ausências. Será mais correcto estes trilhos da saudade, estes trilhos da ausência. Nunca antes tão notada, nunca antes tão intensa.

E cá estamos nós, no mundo da novidade, da novidade já calculada, ainda que inesperada, quando o tempo corta o tempo e o tempo não dá para nada.

A vida de um insecto riu-se de mim neste momento. Tão irónico lhe chegou o sarcasmo que aprendeu a custo no final dos seus dias de um comprimento assim isento.

Ficarei à espera, de um vazio em mim, da luz que agora se desvaneceu da cidade. Do cheiro a alecrim, a daquele cheiro teu, que já não pode ser verdade.

sábado, outubro 15, 2011

Como é que eu resolvo as coisas?

Escrevendo, pois claro.

Mas não será aqui. Aqui é macho! Macho!



Ok... talvez a música seja um bocado maricas... Mas porra quem é que não gosta de um bocadinho de Dave Matthews de vez em quando?

quarta-feira, outubro 12, 2011

O meu facebook VI

Pois é. Isto para aqui não anda vida fácil e até o Baden Powell toca temas de jazz... O que só vai tornar as coisas mais difíceis. Bem mais difíceis.



Assim sou forçado a mostrar facetas minhas que eu não gosto. Demonstrado pela fotografia absolutamente deprimente que consta neste momento no meu facebook.

Pronto era isto. Ando com saudades vossas. Vou fazendo o esforço para acompanhar os blogues do pessoal que aparece por aqui. Mas ultimamente também andam um pouco adormecidos...

Estou vivo

Mas só mais ou menos... Em cuidados paleativos.

sexta-feira, outubro 07, 2011

EU GOSTAR DE BATATAS



Gostar de batatas a murro com o bacalhau esturricado saído do forno. Eu gostar.

Para quem tem dúvidas



Aqui está a música mais indicadora do estilo que por aqui passa. Mas eu gosto. Mas é por aqui que eu ando. Acho que hoje estou melhor que ontem. Isto pelos vistos até é de passar.

quinta-feira, outubro 06, 2011

ok... ok

O pai do Rooney fez com que eu me lembrasse deste filme. Vou ter de o voltar a ver em breve.



O Marlon Brando está enorme neste filme, como está em todos os filmes em que estava de corpo e alma. Esta cena do filme On The Waterfront é uma das grandes cenas da história do cinema, mas se o Brando está incrível, ao seu lado Rod Steiger está intocável também. Toda a cena do carro há uma alteração nas personagens que quase nenhum filme aguentaria se não fossem os dois actores brilhantes. O ok... ok... é quase demolidor. É preciso ver o filme, o youtube é só uma note de apontamente.

Elia Kazan no seu melhor.

A minha constante luta

Estou sempre numa constante luta para não tornar este blogue num "blogue de gaja". Não posso fazer nada, aparentemente escrevo como uma gaja. O que afasta um pouco o meu companheiro de blogue aqui do sítio, que ele não gosta de ser confundido com as minhas exposições indirectas, mas climatisadas.

Ou seja. Tenho com certeza de deixar outros falarem por mim.



Pronto falhei novamente. Mas o que é que se pode fazer?

terça-feira, outubro 04, 2011

Puta que pariu

É que já nem é o que os madeirenses merecem. É que nós não merecemos aquela merda. Puta que pariu...

Desculpem-me a repetição

Mas no disco isto vem assim:







Comprem o disco...

E é exactamente assim...

ao som



...

FBI? CIA?

Estou desconfiado que as agências de segurança dos EUA estão de olho neste blogue... Welcome friends! We mean you no harm. We are true believers in peace, the ultimate peace, and we still mean you no harm.

Desde que a Pusinko me ensinou a ver as estatistas deste blogue que todo um novo mundo se abriu à minha frente...

E como num leve golpe redirecciono as agências de segurança da nação mais... já não sei o quê, para outro blogue... Muahahahaha! Desculpe lá Pusinko....

Aquele tipo de jornalismo

Reparem nesta notícia. (link)

É realmente engraçado, ou melhor, talvez trágico que um editor se vire para um estagiário e diga "miúdo, ou miúda, está aqui uma notícia por fazer daquelas que temos mesmo de fazer para cumprir o espaço que temos de ocupar, já pensaste em alguma coisa?" O estagiário ou a estagiária gaguejam em resposta "Estatatatava ali a ver um press release da Nasa a dizer que não é tão grande o perigo de asteróides baterem na terra... popopode ser interessante, nananão?" Depois de meio segundo de reflexão desiludida "Ouve lá! Onde já se viu uma notícia de asteróides serem menos perigosos para os humanos? Achas que isso é notícia porra!!! Vais mesmo fazer essa notícia, mas quero-a bem escrita!"

O talentoso ou talentosa futuro ou futura jornalista então escrevem o título "981 asteróides de grande dimensão ameaçam a Terra" e no texto um pequeno à parte (Pensava-se que eram 1000). E o primeiro parágrafo é o seguinte "Afinal, os asteróides entre 100 e 1.000 metros de diâmetro que rondam o planeta não são 35.000, como era suposto, mas sim apenas cerca de 20.000. O risco de colisão também é mais pequeno do que era estimado até agora. O problema é que 981 (pensava-se que fossem 1000) são de grandes dimensões e podem, de facto, chegar a ameaçar a Terra."

Ler mais: http://aeiou.expresso.pt/981-asteroides-de-grande-dimensao-ameacam-a-terra=f677995#ixzz1Zo9CAEsp

Eles querem que vocês leiam mais... leiam mais então. Boa notícia. O editor deve estar a comer um mufin e um laté no espaço comum com o estagiário neste momento, a dizer-lhe que ele tem futuro naquela profissão.

segunda-feira, outubro 03, 2011

O meu facebook V

Hoje a minha empresa recebeu uma declaração de pagamento, com ela uma enorme frase a bold, a única frase em maiúsculas e a bold:

SE A PRESTAÇÃO DE CONTAS RESPEITA A ENTIDADE COM SEDE NA ZONA
FRANCA DA MADEIRA NÃO PROCEDA AO PAGAMENTO, UMA VEZ QUE O SEU
REGISTO BENEFICIA DE GRATUITIDADE EMOLUMENTAR.
NO ENTANTO, GUARDE/IMPRIMA ESTA REFERÊNCIA MULTIBANCO, UMA VEZ
QUE A MESMA SERÁ NECESSÁRIA PARA ACEDER À CERTIDÃO PERMANENTE.


Tive de perguntar ao TOC se toda a carta era uma brincadeira. Não era...

Kentuky

Não sei onde é Kentuky, sei que é um nome tornado famoso pelos seus frangos, por uma loja onde nunca comi nada na vida, mas já vi gente a comer. Há no Colombo, lá em cima, junto ao tipo que tinha uma quinta e decidiu dizimar todas as suas vacas para fazer hambúrgueres.

Mas Kentuky não pode ser um mau lugar. Não pode. Hoje fez-me lembrar alguém, o que ultimamente parece ser a única coisa em que estou interessado. Por associação de ideias é verdade, mas acima de tudo por causa desta música.



Rachel's... tornaram-se rapidamente a minha banda favorita de post-rock. Tenho todos os cds deles, e mesmo tendo em conta que o Full on Night é capaz de ser um pouco fora para se ouvir calmamente em todas as situações, todos os outros discos são magníficos.

Kentuky à noite. O lugar dos frangos. Onde tudo se passa e ninguém vê, onde se estuda desde o ovo a possibilidade do frango ter três características por ordem de importância Crescer rápido, ter muita carne e ser saboroso. Como chegar lá? Não interessa.

Claro que não foi por isto que esta música me fez ter uma série de associação de ideias. Foi só por ser Kentuky à noite. Kentuky Nocturne. Frango à noite...

Não gosto de esperar



Esta é a minha música preferida do Zeca.

A marcha do tempo parou...

Hoje é assim



Dia para os "um pouco fora" Grizzly Bear soarem alto na minha aparelhagem. Pelo menos hoje de manhã. Que eu tenho que esperar... esperar... esperar...

Esperar



Porque é que eu sou tão mau a esperar? Porque é que as coisas não me correm mal quando eu não consigo esperar, mas também não me correm tão bem como se eu soubesse esperar... Esperar. Odeio chegar atrasado, odeio esperar. Hoje será um dia difícil, esperar...

quarta-feira, setembro 28, 2011

Miles



É provavelmente a música mais rápida do mundo. Parece sempre pouco... O Miles Davis foi o tipo mais estiloso de todos os tempos, menos naquela fase jazzpoprock, mas todos os génios têm direito a pôr o pé na poça uma ou outra vez.

Miles Davis com Générique.

Podem votar MAS!

É verdade, podes votar, mas é melhor que te ponhas no teu lugar rapidamente! Para saberes quem é manda aqui.

Não demorou muito tempo Pusinko...

Razão pela qual nunca se deve ouvir música no Youtube



Não sou muito de efemérides



Mas! O homem que fez com que me apaixonasse por jazz faz hoje 20 anos que não está entre os clubes de jazz pelo mundo fora. Era um músico perfeito, foi ao encontro da clareza e da simplicidade, e foi sem sombra de dúvida um dos senão o maior líder de bandas que este mundo teve. Chick Corea, Herbie Hancock, Cannonball Adderley, John Coltrane foram, entre muitos outros, músicos que passaram pelos seus trios, quartetos e quintetos, com o Jazz a sair bem mais enriquecido por isso.

Miles Runs The Voodo Down é daquelas músicas que ouço constantemente quando quero fazer alguma coisa rápido, novamente, ouço outras vezes, mas quando quero despachar-me a fazer uma cena é esta que eu ouço.

terça-feira, setembro 27, 2011

Ok! Alguém me ajude aqui

E rápido que eu vou ver o Benfica. Porque raio de razão ó porquê!?! É que as crianças têm medo de um cão que não lhes faz mal nenhum, e que elas podem comprovar que não lhes faz mal nenhum. É que...

Prova A

Hoje a passear os meus cães no sítio habitual deparo-me com três crianças a uns 50 metros. Os meus cães são muito bem educados, e se um nem preciso de chamar porque não gosta de crianças, outro eu digo junto e ele anda encostado a mim, enquanto olha para as crianças e brincar ao longe.

Há uma que levanta o pescocinho e reconhecendo o Miles parte na corrida fulminante para se agarrar ao pescoço do bicho, tinha não mais que 30 centímetros a pirralhita que dá pelo nome de Beatriz? Benedita? Qualquer coisa com B. Outro pirralhoto arranca com um cavalo daqueles que só tem um pau e uma cabeça aos saltitos e enquanto uma estrafega o meu cão o outro canta em júbilo ao pulinhos à volta dele. O meu Miles nas suas sete quintas. O Farrusco já ia longe. E a terceira criança?

Um martírio! Corria já a 150 metro, a escorregar-se, e a rebolar-se entre relva e calçada, essa devia ter para aí uns 10 anos, a garota com 30 centímetro não terá mais de quatro. Ora se o meu cão pudesse engolir de uma só vez uma criança, não seria bem mais preocupante para a "B"?

Enquanto corre o estafermo da miúda vai de goela aberta e dbs no máximo. Criando um caos ambiental de tal modo constrangedor, que todos que por ali andam me olham como se eu tivesse levado para ali o demónio e o seu acólito, desgraçando as crianças.

Epá... Quem é que explica?

Prova B - Legenda - O meu Miles, um perdigueiro português que tem um caso de amor com o papagaio... uí que medo...

PS: Eu quero lá saber se o meu cão é querido! Esse não é o tema desta conversa!

No mundo dos pequenos dramas



É assim que eu me sinto hoje. "Over a dog..." E enfim, não é um cão, longe disso, e eu estou-me a rir como é meu apanágio. "Over an ugly dog". Não é feio longe disso, mas continuo a rir-me porque é assim que eu ando na minha vida, pronto. O que é que se há de fazer...

segunda-feira, setembro 26, 2011

Luis Django



Reza a lenda que foi com esta música que um cigano dividido entre a Bélgica e a França, sem conhecer fronteiras, se apaixonou por jazz. Foi o Louis Armstrong que com este movimento simples fez com que nascesse para a música o maior guitarrista de jazz de todos os tempos.



Já o disse aqui mas repito-o, o Django Reinhardt tocava como deus, e com apenas dois dedos, devido a um acidente na sua roulotte. Sou um fã incondicional do Django. Ao meu primeiro cão chamei-lhe Miles, ao meu segundo ia chamar-lhe Django, mas acabou por ser presenteado com o belo nome de Farrusco. Pronto, fica para o próximo.

O Miles Davis



Esta é a melhor entrada para uma música de Miles Davis que eu conheço. Reparem no que o Herbie Hancock faz para preparar todo o ambiente da música.

No Jazz sabe-se se alguém está triste, se alguém está contente, se alguém teve um desgosto de amor, se alguém tem uma mulher que o completa, se alguém está cansado ou com energia, se alguém está com pensamentos sombrios, ou solarengos... Aquele não era um bom dia para o Herbie Hancock, mas foi um dia que ficou marcado para sempre na mente dos amantes de Jazz.

É certamente um dos discos que mais ouço, quando estou feliz, triste ou mais ou menos. Procuro ouvir esta entrada quando algo na minha vida parece ter mudado, ouço-a mais vezes, mas em momentos decisivos procuro-a mais. Não sei se foi só um momento, pode ser que não. Mas esta manhã fez-me bem ao espírito e tinha de ouvir o Miles Davis, com a entrada do Herbie Hancock. Esta entrada que eu tanto gosto e que eu preciso de ouvir tantas vezes. A música é mágica, mas a introdução é uma daquelas pequenas provas terrestres de que o homem é o Deus dele próprio.

Ps: e é verdade, se ninguém sentir nada no solo do Miles Davis ali por volta dos quatro minutos e cinquenta, é porque não tem alma. A alma do homem, capaz de identificar momentos verdadeiramente belos, invariavelmente perfeitos. Esta música é uma dádiva do homem ao homem.

O meu facebook IV

Qualquer dia tens de lançar uma do género: "Um bom picante arde a entrar e a sair." Dixit Miguel Bordalo.

Tenho um amigo no facebook que larga todos os dias variados ditados populares que nunca têm grande recepção. Eu sempre que posso comento, mas como é no gozo ele vez sim vez não vai apagando. Esta foi a minha reacção à sua última "O problema com os gregos é que quase tudo o que se pode pensar, eles pensaram-no primeiro e muitas vezes melhor." Que realmente não é a mais actual das frases, é um ditado antigo. Estou a tentar modernizá-lo, mas ele não deixa. Vou continuar a tentar ainda assim, como o mar bate no Cabo da Roca, ou noutra pedra de grandes dimensões que vocês consigam imaginar.

Hoje estou bem disposto. Estou mais virado para o surrealismo, e não me apetece trabalhar. E tenho de trabalhar. Mas estou bem disposto. Mas não quero trabalhar. Mas pronto não vou rever isto porque estou com pressa. Mas esta manhã correu-me bem, queria ligar ao meu sócio e ele não me atende. Onde é que estás sócio? Quero falar contigo. Atende. Liga o telefone. Fala comigo. (cada vez mais distante a voz) fala comigo, fala comigo, fala comigo...

domingo, setembro 25, 2011

O meu facebook III

Estes tipos só podiam dar em políticos. Baseiam grande parte da sua ideologia política num roubo que é conveniente e dá ares de moderno. Roubar é roubar. Não há volta a dar-lhe meus amigos. Se eu faço um disco ou um filme, alguém o copia para a internet e o andam a copiar isso só tem um nome. É como alguém ter uma frutaria, a fruta toda bonita lá fora, alguém abrir a porta do fundo onde está a fruta para substituir a que entretanto está a ser vendida lá fora, e o pessoal entrar e levar. Pronto. É isso. Quer queiram, quer não.

Os blogues

Os blogues são um magnífico barómetro das preocupações da esquerda e da direita. Enquanto que a esquerda se preocupa com o enriquecimento ilícito. (link)

A direita preocupa-se com o mau hálito da Joana Amaral Dias. (link)

O meu amigo Pedro não tem o Sócrates para insultar... anda meio perdido com tudo isto.

Ok é oficial

Estou orfão de livros. Os últimos que eu li eram bons. E tenho cada vez mais dificuldade em encontrar um que goste. Estou aqui numa sessão de trabalho Sábado à noite a pensar que amanhã de manhã não vou poder ir surfar, porque tenho de trabalhar. Que a minha mãe vai-me matar quando descobrir que eu não vou lá almoçar. E tudo isto seria mais fácil se quando hoje eu fosse dormir as minhas horitas de sono, tivesse um bom livro para poder arejar a cabeça. Não tenho, tudo é mais difícil sem um bom livro. Tudo...

Tenho de descobrir um bom livro com urgência.

sexta-feira, setembro 23, 2011

Stephane Wrembel



Já conhecia o Stephane Wrembel há algum tempo à conta dos festivais do Django. Uma das melhores coisas dos festivais de Django Reinhardt é conhecer guitarristas impressionantes.

No último filme do Woody Allen o Stephane Wrembel dá o mote e que mote e que filme, e que filme!

A Hindi

Eu até nem sou o maior fã do original, por isso é com algum entusiasmo que ouço a Hindi Zahra a dar uma nova cara à música. Este guitarrista também é muito ligado.

Einstein

Penso que isto já tinha sido ponderado no Startreck e na Guerra das Estrelas. Não é realmente uma novidade assim tão grande. Como é que querem entrar em velocidade Warp se não for mais rápido do que a luz? E como será para entrar em Hiperdrive? Devem estar a brincar comigo...

Um bom vazio

Para a morte ser celebrada é preciso algum sentimento de nostalgia. Superar a falta que ela nos traz, o vazio, e ultrapassá-lo com um bom sentido de recordação. «Que bom seria ela estar aqui ao meu lado, a ver-me tornar-me no que eu quero tornar-me, em ver aquilo que eu me tornei para o outros, naquilo que eu ainda quero ser e fazer, naquilo que eu sou e faço.»

Hoje terminou uma coisa muito importante para uma das três pessoas mais importantes na a minha vida. São aquelas três pessoas na qual o meu mundo gira. Uma delas terminou algo que vai ter algum efeito em muita gente. Tenho muito orgulho nele, é um homem realmente incrível.

quinta-feira, setembro 22, 2011

O meu facebook

Um evidente mau sinal para os auto-depreciativos... vou fazer um jogging já volto.

Por vezes não sei bem como separar o que ponho aqui e no meu facebook. Tento sempre que seja diferente. Quando estou com menos tempo é mais difícil.

quarta-feira, setembro 21, 2011

Tempo



Gerir o tempo é uma forma de arte. Há quem consiga de uma maneira mais eficaz, há quem consiga de uma forma mais criativa, há quem, como eu, corte nas horas de sono. E assim ando, relaxado, a dormir pouco novamente. Não me posso esquecer de beber muita água para compensar.

Há sempre tempo para ir ouvindo música no entanto. Senão...

...





O Charlie Parker e o John Coltrane, tanto em comum e uma sonoridade tão única.

Dos defeitos e dos feitios



Há coisas com que embirro. Uma delas é acusarem-me de ser infantil porque gosto de dizer piadas. Fazer rir, ou tentar fazer rir é uma caracteristica dos mais novos? Que mundo estranho este...

Essa identificação com os mais novos e os mais velhos é coisa que eu pensava já ter acabado quando eu fiz 16 anos. Parece que se eu viver para ter 60, vou continuar a ouví-las.

terça-feira, setembro 20, 2011

Em repeat



Só hoje, e talvez amanhã... e quem sabe noutros dias para a frente nos anos que para aí vêm.

segunda-feira, setembro 19, 2011

Ninguém ouve o Sousa

Já anda a pregar esta história aos peixes há pelo menos dois anos. Daqui a nada o pessoal chega à mesma conclusão, mas atrasados. Sempre atrasados. (link)

KT para onde vais?



Nunca me tinha sentido tão dividido com uma compositora como me sinto com a KT Tunstall. É que gosto muito de muita coisa que ela faz, e há outras que são de fugir. Curiosamente as mais famosas são de fugir a sete pés. Isso e as com mais arranjos, quanto menos a KT tiver de se preocupar, melhor ela soa.

sábado, setembro 17, 2011

Em modo poupança



Nos últimos dois meses ando em modo poupança. Não gasto mesmo dinheiro nenhum. Estou a tentar chegar aos 200 euros por meses em despesas extra casa, mas a contar com comida. Talvez para o mês que vem.

Uma coisa que não pode acontecer, é obrigarem-me a ir a dois sítios - ao media Market e ao Colombo. Gastei a módica quantia de 16 euros para comprar estes filmes:

Inimigos Públicos - Michael Mann
Sacanas sem Lei - Quentin Tarantino
Raging Bull - Martin Scorsese
Hannibal - Ridley Scott
Casino - Martin Scorsese
Carlitos Way - Brian de Palma
Red Dragon - Brett Ratner
L'Illusionniste - Sylvain Chomet

Sim, 16 euros. Agora perguntam e bem: Miguel tens 16 euros para gastar em filmes? Não. Mas como é que conseguiste gastar 16 euros nestes filmes todos? Não sei. Mas entre o Público a Fnac e o Media Market eles cá cantam e custaram-me ao todo 16 euros. Eu não consigo evitar isto! Dois euros por filme. Como é que dá para dizer não?

Quer dizer... eu podia não ter comprado o Hannibal, mas esse completava-me a colecção. Aquele primeiro do Michael Mann, mas foi o único que eu nunca vi e deu-me a vontade. Pronto 2 euros.... Mas pode até nem ser mau. Pode até ser bom. 16 euros...

E as minhas três estantes acabaram de não conseguir meter mais um único filme... E já não tenho mais parede para umas uma estante. E agora? O que é que eu faço?

quinta-feira, setembro 15, 2011

ESQUEÇAM TUDO

À PESSOA QUE ME DEVOLVER ESTE CD EU VOU-LHE FICAR AGRADECIDO ETERNAMENTE!!! POR FAVOR!!!



É um festival do Django, que tinha esta música, para lá de outras igualmente geniais - Dir War Es Immer So Schön (With You It Was So Very Beautiful) - é engraçado porque quando se ouve jazz atentamente é perfeitamente possível identificar quem está apaixonado, quem tem o coração partido, quem anda contente ou deprimido.

Neste música é claro que o Jimmy Rosemberg sente falta de alguém. Costumava arrepiar-me quando ouvia esta música nos meus auscultadores, hoje em dia tenho de segurar uma lágrima e uma ligeira dor de garganta. Aos 30 segundos começa outro mundo de beleza musical... É outro mundo.

Isto é tão bonito...

Posts providenciais

O último post é capaz de me ter feito recuperar um CD. Assim passo a fazer um post de recuperação de CDs que eu já não tenho, porque "desapareceram por dia", pode ser que funcione.



Jazznova... epá acabei de me lembrar...

Devolvam-mo por favor





Já perdi muito cd na minha vida à conta de emprestá-los a amigos esquecidos. Mas este está certamente no top3, extraído do âmago da era do trihop.

O que vale é que ainda tenho o "test don't test", mas não me satisfaz tanto. Numa altura em que o Amazon quase tudo resolve ainda não resolveu isto.

Acho que já tinha posto a minha egipcia favorita a cantar aqui, mas nunca é suficiente. Ainda que os Attica Blues fossem mais do que Roba El-Essawy, o James Lavelle teve uma mão mais do que importante

terça-feira, setembro 13, 2011

No mundo do Teatro

Houve uma altura na minha vida que eu gostava muito de teatro. A minha mãe assustada sempre quis evitar que eu fosse por esse caminho. Filho! Dizia. O teatro é um mundo cão! Um mundo cão! Mais tarde o meu interesse foi desaparecendo como actor, mas já escrevi algumas peças de teatro que depois apaguei. Falta de confiança. Que me indica que elas não eram boas. Nada é bem feito com falta de confiança.

Mais tarde também me deixei disso. Apesar de não ser impossível fazê-lo se me pedirem.

Agora...

É engraçado como nunca iria calcular que uma coisas destas pudesse acontecer. Antes de a apagar tinha uma peça de teatro escrita que queria apresentar ao Diogo Infante quando ele ainda era director do Maria de Matos, isto depois de ver lá uma peça muito bem encenada por ele do Kaufman (não adormeci...) É panca para nunca mais me acontecer na vida. Depois disto. (link)

Tá bonito

Sou fã de um sítio no facebook chamado "Tá bonito" é assim um título saído de um programa de apanhados na sic com aquele tipo careca. Mas depois os conteúdos deles são muito bons. Senão nunca tinha visto estes dois videos. Ora prestem atenção à segunda metade do primeiro e a todo o segundo.





São as vacas que gostam de Jazz... As vacas... estou lixado com isto.

segunda-feira, setembro 12, 2011

Vou tentar mais uma vez



E agora morre cão. Por te teres levantado. Morre como um bicho ferido sem entender o mal que te cai em cima e o sofrimento a que foste injustamente julgado. Morre...

E se for eu?



Nos últimos três anos da minha vida tenho lutado muito para não me isolar totalmente. Digo que sim mais do que digo que não, é sempre a solução. O critério é dizer que sim a tudo o que for dentro de Lisboa, não ao que for fora.

A verdade é que a humanidade diz-me para eu me sentar no meu quarto e não sair de lá. Os próximos tempos serão mais ou menos assim, forçados, mas bem vindos.

É que do espaço não nascem cogumelos voadores por acaso, e não descem à terra com razão. Já tenho a certeza que eles existem e vêem aí, curiosos a ver o mais delicado dos beijos ao mais absurdo massacre. Uma mulher que deita um beijo na nuca do seu filho, e um homem que rebenta uma bomba na cresce onde a mãe o deixou.

A sério, há notícias que me deixam com dificuldade de me identificar com a raça humana. É difícil entender a ligação para aqueles lados... (link) Só um alienígena é que pode ver estas coisas e sentir o normal distanciamento.

ovni



Se for verdade. Se for mentira.

Num mundo em que a verdade está à mão de um telemóvel de bolso. A verdade aterradora, a verdade do engano.

Para onde foram parar as frotas de Ovnis que pairavam pelo ar nos anos 80 e 90?

O youtube tem uma colecção gigante de avistamentos alucinantes, uns feitos em cartolina, outros em computador, uns com efeitos de luz, outros por manifestações meteriologicas, mas quem sabe um ou outro por uma nave guiada por um tipo verde viscoso, a olhar para isto e pensar - Estes tipos são loucos...

domingo, setembro 11, 2011

Blogues que leio




Prelúdio: Para explicar o meu atraso nada melhor do que contar porque e como é que eu escrevo no Pastelinho. O Pastelinho serve-me muitas vezes de separador entre um trabalho e outro, ou entre o trabalho e sair do computador. Como separador porque se eu estiver a escrever sobre uma coisa, e tiver de ir escrever sobre outra dá-me jeito pensar numa coisa que é completamente inócua e que me faz ir buscar uma música, desligando do assunto passado, e podendo-me concentrar mais rapidamente no outro. Como final porque como passo tantas horas ao computador tenho dificuldades, principalmente à noite, de o largar. Porque é só mais meia hora, ou porque é só mais um quarto de hora que passa a duas. O Post no Pastelinho dá-me uma sensação de final do dia, este é até o que eu uso mais. Daí os posts tardios.

Escrevo os meus posts no blogger, apesar de muitas vezes os passar por um word, não sei porque é que não escrevo directamente no word, mas é assim que o faço. Muito rapidamente, e por vezes publico mesmo sem correcção de um desses dicionários, daí as desgraças que por vezes apanham.

Capítulo I


Para vocês aqui em baixo.


Este post que se segue serve para devolver uns miminhos e elogiar os blogues que eu leio, que na sua esmagadora maioria são das pessoas que me lêem a mim, nem que marginalmente. Gosto de pensar nesta história dos blogues como amizades, e realmente não tenho tempo para mais de 10 ao mesmo tempo. Obrigado à Pusinko e à Joana da janela.

Assim vou atribuir este prémio aos meus 10 blogues favoritos, por razões de leitura, de estilo, mas acima de tudo por carinho ao meus amigos bloggers, alguns deles que se tornaram meus amigos pessoais ao longo dos anos.

Ondas - Tenho de começar com o Ondas, onde eu próprio escrevo e onde fiz muitas amizades, e com quem já passei algumas horas de molho.

Zero Emag - Se eu tenho este blogue, o meu colega de blogue tem o blogue da Zero Emag, é trabalho, mas é uma oportunidade para lê-lo. Tenho de ver se o convenço a começar a publicar as coisas aqui em simultâneo. O Manel é o meu melhor amigo desde os 3 anos. Daqui a dois faz 30 que somos amigos.

Devaneios - A Maria é minha amiga pessoal. Conheci-a no Devaneios, não sei quem se descobriu a quem, mas gosto muito de ler o blogue dela, e gosto muito de sair com ela. Encontrou-me na pior fase da minha vida. Sabe que eu sou mau rapaz, mas tolerável, pelo menos acho, se não não tinha razão para sair comigo por Lisboa. Espero que tenho ganho um bocadinho comigo o muito que eu ganho com ela.

Léxico Familiar - É o Pedro, o último dos meus amigos pessoais nesta lista. Sempre gostei de o ler. Há alturas em que gosto mais de o ler do que outras (depende da situação política). Mas é um mestre da palavra, um tipo muito porreiro com quem tenho saudades de ir surfar. Lá para Novembro...

Dias Assim, Manhã é italiana a noite é alemã e Arcadia - Pessoal que leio sempre. Conheço-os. Mas nunca tive a oportunidade de ser muito amigo deles. Tudo gente porreira que vale a pena ler. O Dias Assim já acabou mas foi um bom blogue este ano.

Feira das Vaidades - Das pessoas que nunca conheci, mas que já quase as considero minhas amigas encontra-se Zozô. No lugar onda a inteligência encontra a mala da Gucci, e na mala da Gucci se encontra um romance do F Scott Fitzgerald.

Pusinko - A Pusinko deverá viver em Londres e deverá beijar bem... Não a conheço, nem me parece que a vá beijar, poderá resultar na degustação forçada da sola do seu pé. Os blogues de mulheres são muito mais divertidos do que os homens. O da Pusinko é genial, bem escrito e cómico de uma forma genuína. É ler.

Pé de Meia - Sei pouco sobre este blogger. Sei que ao contrário da tendência dos homens de fazer blogues com piadas forçadas e pretensiosas, o Pé de Meia faz um blogue com um conceito simples. Uma tirada e uma foto. Algumas das suas tiradas já me levaram às lágrimas, muitas das suas fotos já me fizeram pensar.

Janela de Joana - Leio a Joana há pouco tempo. A Joana tem uma janela muito engraçada, por onde passa muitas das suas referências, das suas preocupações e anseios. É muito bem humorada e vale muito a pena a visita diária.

Deus Criou a Mulher - Finalmente para os únicos tipos que nunca abriram o Pastelinho na vida. Mas que tenho de referenciar. Como alguém dizia há uns tempos "Aqueles tipos são heróis nacionais!" Na verdade não faz muito bem à cabeça de um gajo ver aquilo. A fotografia engana e os modelos são de rara virtude, a realidade tem uma estranha maneira de nos mostrar mais do que aquelas duas dimensões. Mas é um blogue com consulto sempre que posso, como, também eu, um apreciador da matéria.

10! Eu sei que houve ali uma batota. Mas tem toda a lógica. Até os três se conhecem!

Todos os blogues que estão aqui de lado eu leio frequentemente. Esta história do blogger fazer os blogues subirem de fila quando actualizados dá um jeito enorme. Mas não tento ler todos os posts como os aqui em cima representados.

Capítulo II

A Joana, do Janela de Joana lançou-me um desafio e eu vou responder. Mas vou responder ao mais público, há coisas que eu quero e não quero que vão ficar para mim.

5 coisas que gostaria de fazer antes de morrer:
1 - Descer a Avenida Fontes Pereira de Melo de skate.
2 - Ajudar alguém a sério. (Dar moedas, ou dar boleia a alguém não conta.)
3 - Não perder um único dia dentro de água em que possa ir surfar e esteja bom.
4 - Deixar os meus pais orgulhosos de mim por uma razão palpável e não só porque sou filho deles.
5 - Aprender a tocar melhor guitarra.

5 coisas que mais digo:
1 - "Bem jogado!" (Há uma história sobre isto, um dia conto.)
2 - "Sinistro!" (Com voz fininha e arrastada.)
3 - Várias interjeições religiosas como sejam "Credo", "Valha-me Deus", "Minha nossa senhora", "Jasus" (sim, com a, eu digo com a), mas é mais o Credo.
4 - "Acho que é, mas não tenho a certeza, que eu não tenho a certeza de nada na puta da minha vida".
5 - "RAIOS!"

5 coisas que faço bem:
1 - Ovos mexidos. (Acho que já o tinha dito aqui, estão cada vez melhores que agora acrescento-lhes ingredientes.)
2 - Frango à Dias. (Receita minha.)
3 - Fazer rir a minha irmã. (Ainda que já tenha sido melhor.)
4 - Fazer rir a minha mãe. (Também já fiz isto melhor, que ela agora passa metade do tempo dela preocupada comigo.)
5 - Tomar conta dos meus cães.

Defeitos:
1 - Sou má pessoa.
2 - Sou especialmente cruel quando fazem mal a alguém de quem eu gosto.
3 - É difícil gostar de alguém.
4 - Não olho a meios para fazer pessoas rir. Nem que seja às custas de alguém. (reparem no 1)
5 - Sou especialmente cruel para pessoas com quem embirro. (reparem no 1 novamente)

Coisas que adoro:

1 - A minha família.
2 - Os meu amigos.
3 - Os meus bichinhos.
4 - Lisboa.
5 - Surfar.

Coisas que detesto:

1 - Iscas.
2 - Que me lixem um sítio em que eu gosto de estar para relaxar.
3 - Que façam mal a um amigo meu.
4 - Que digam mal do meu país. (Apesar de andar cada vez mais tolerante com isso, desde que seja gente de cá.
5 - Iscas. (Tem de aparecer aqui duas vezes. É mesmo a coisa que eu mais detesto no mundo. Mais do que guerras, fome no mundo, doenças, a minha morte iminente, seja o que for, iscas é algo que me revolta!)
6 - De sair de Lisboa.
7 - De uma miúda pensar que me estou a atirar a ela quando estou só a ser simpático ou a dar um recado. (Aparentemente tenho cara de pervertido.)
8 - De me dizerem "No estrangeiro é que é!"
9 - Fruta espalhola. Pelo menos a que é vendida cá.
10 - De dormir.
11 - De não fazer nada.
12 - De culinária quando matam bichinhos pequenos para ser mais tenrinho... DEIXEM OS BICHINHOS CRESCER!
13 - Gente que faz mal a outra gente.
14 - Gente que faz mal a animais.
15 - Das idiologias de direita, centro direita, e centro. A extrema esquerda também me irrita de sobremaneira.
16 - Comer pisa com garfo e faca.
17 - Abuso de autoridade.
18 - Ignorância.
19 - Discriminação.
20 - Eu próprio.

(Vinte para já. Pode haver adenda...)

21 - Gente que detesta tudo.

Bom. Como eu subverti tudo isto não vou escolher ninguém para continuar o desafio. Quem quiser faz, quem não quiser faz também de conta que não leu.

1984

Nunca antes na minha vida tinha desistido de um livro, e voltado a tentar. Terminei há uma semana o "1984" do George Orwell. Porquê tanta insistência? Porque é um dos livros mais referenciados por gente que eu gosto de ler, ver e ouvir.


Uma das referências.

Realmente o livro tem os seus momentos, e o final apesar de duro, no sentido plástico do duro, de não ser elástico, é bem incrível de agarrar. Foi um dos livros que mais demorei a ler, li o "After Dark" do Haruki Murakami pelo meio, em pouco tempo. Mas valeu pelo final "destruturante".

Microfones nas árvores. O medo das sociedades comunistas. Com certeza a importância das liberdades.

A questão final é: hoje em dia as sociedades não se vão virar para estes estados máximos, resultantes na morte do individualismo. Mas em algo bem mais cínico. As sociedades das liberdades de hoje em dia, são capazes de um controlo colectivo bem mais eficaz, em que o individualismo e o sucesso de um, serve para demonstrar à maioria a matéria do seu próprio falhanço.

quinta-feira, setembro 08, 2011

É justo



Que se o post anterior foi feito para um blogue diferente por engano, e pela pressa de o fazer. Que agora eu deixe cá esta música. Porquê? Porque eu não sou muito surrealista, mas tento! Porra se tento.

Eu já gostava do Owen Wright

Agora gosto muito mais. Parece que dá para respirar fundo... A ver...

O tempo é relativo



Para um ateu como eu os astros são um incrível aparelho de estruturação universal. Como um planeta se pode transformar em vários tipos de astros, que acabam por se tornar redondos.

Eu odeio coisas circulares. A partir deste mesmo momento, apesar da lua me parecer todos os dias uma visão incrível, quase surreal de ver. Vou fazer essa excepção.

É engraçado como o único momento que não é redondo é quando estamos sozinhos. Esse vive-se em linha recta. Todas as outras relações são redondas.

Odeio os meus candeeiros do IKEA, redondos e amarelos. Odeio o som da bateria desta música, redonda, e da guitarra menos, que apesar de redonda sempre sai um bocadinho.

Não gosto dos meus olhos e de ter de os abrir. Assim vou dormir agora. Não sem antes ter lido um pouco, sobre o tipo que está a ficar estruturalmente louco.

terça-feira, setembro 06, 2011

Ser independente é bom!

Todos os anos faço as pazes com a Madeira no Avante. Vou lá, falo com os camaradas da Madeira, que são todos muito simpáticos, e estão bem mais preocupados com o estado em que a Madeira se encontra e com o efeito Alberto João Jardim do que as pessoas aqui no continente.

A verdade é que está cada vez mais difícil de aguentar esta situação da Madeira. Não há maneira de parar um louco de gastar, ainda por cima muitos dos gastos para fazer coisas descabidas que põem em causa as futuras gerações da Madeira. (link)

A atitude inteligente seria mesmo propôr a independência à Madeira. Em último caso sermos todos a decidir. E apesar de eu saber que há ali gente prejudicada e que tenta lutar contra a péssima gestão, a falta de democracia, e a total ausência de racionalidade na escolha dos líderes políticos, também sei que a minha vida começa a custar-me muito caro, porque a oposição também não consegue tirar aquele tipo dali. Um desastre.

domingo, setembro 04, 2011

O lado da luz na música



Só para tentar explicar o que se passou numa tenda algures no Avante hoje.

Estava tudo a proteger-se do Sol, a descansar e em amena cavaqueira. Ia começar um concerto de Jazz, depois de um grupo popular ter tocado. O pessoal sentou-se todo, e entra o Júlio Resende, o Matt Penman, o Perico Sambeat e o Joel Silva.

O quarteto começa a tocar com alguma indiferença na plateia. O burburinho é evidente. Por altura do segundo tema o burburinho é menor, no terceiro tema já quase ninguém fala, e ao quarto tema está tudo vidrado.

Até ao final do espectáculo foi só apreciar a música. Por momentos, mesmo que breves momentos, todos naquela tenda sabiam que estavam perante músicos de eleição a tocar música de eleição.

O poder era tanto no fim do concerto que quase se ouvia o esgar de sofrimento da algumas pessoas a vibrar com aquela música. Com aqueles arranjos e com aquela execução.

A tenda levantou-se para aplaudir enquanto era invadida por uma gigante turba que ia acompanhar uns tais de Virgem Suta. A vida musical de muitos dos habitantes da tenda passou de imediato para o normal. Mas quem sabe um pouco não tenha ficado. Um pouco de música a sério, um pouco de música real, quem sabe um pouco daquela música não lhes tenha tocado a alma, e alguns, nem que poucos, e os tenha preparado para que no futuro eles encontram o lado da luz na música.

Foi o maior pedaço de adrenalina de Jazz porque alguma vez passei. Do outro mundo...

Não é fácil



Descrever o prazer que é acompanhar, de perto, o Júlio Resende na sua carreira como pianista. Espero poder fazê-lo durante muitos e muitos anos, como amigo ou como colaborador.

Hoje no Avante foi assim.

E claro perdi-me novamente em Almada. Deve ser o lugar com mais maneiras de se ir para Lisboa e tudo passa por ir por uma ponte...

Subúrbios...

Sim. O vídeo está estragado. É ir uma sexta-feira ao Braço de Prata e pedir-lhe carinhosamente para ele tocar Sakatwala. Se ele não tiver uma vocalista lá a tocar, acederá sem problema.

Hoje foi assim



E claro! Perdi-me por Almada...

Subúrbios...

sábado, setembro 03, 2011

A beleza

É engraçado, hoje estou aqui desde o meio dia a adiar coisas que tenho mesmo de fazer para fazer merdas que não tenho mesmo nada que fazer.

Então na pasmaceira de um Sábado em que devia mesmo estar a trabalhar chego à conclusão que há uma razão pela qual nunca namorei com ninguém por causa da sua aparência... quer dizer... a não ser aquela vez. Ou a outra também. Hà uma possibilidade que houve uma terceira que até foi séria que...

Nâo interessa. Então aquele blogue que a Zozô me mostrou que eu andei lá a ver até chegar à página da miúda que meti em três posts seguidos tem o nome dos modelitos em tag. Hoje lembrei-me que podia haver uma página de fã no facebook, e como esta foi a modelo de quem eu fui mais fã de todos os tempos... bom houve uma em tempos... mas isso são contas de outro rosário. Fiz então o meu like. O que não foi minimamente satisfatório.

Terá ela um perfil? Sim! Tinha. Gostos de música - Rihanna, Lady Gaga e Kesha, entre outros. Gostos de cinema - Avatar e Harry Potter. A Ginta Lapina tem as orelhas um bocadinho grandes demais e parece-me demasiado baixa...

E claro, aumentei o meu estatus de voyeurismo de "estou-me a cagar" para "comprou uns binóculos e já espreita de vez em quando" diz que isto só tem tendência a piorar...

No surf

Ontem fui surfar de manhã. Por vezes é necessário relaxar e ir passear com os amigos. FOi exactamente o que eu fiz. Ora, se é verdade que há uma certa magia no meu desporto de eleição, também é verdade que ele pode acarretar muitas desilusões.

Ontem chegámos ao nosso destino e não havia ondas para surfar, apesar dos mapas de ondas e vento jurarem que sim. A maré estava mais vazia do que os cofres portugueses antes dos resgates financeiros, ou depois que a diferença não deve ser muito, aliás porque nem deve tocar em cofre nenhum...

Desmotivados decidimos ir a uma conhecida praia perto de Lisboa, que está muito exposta a ondulações, e onde habitam algumas das mulheres mais bonitas de Portugal, serviria, nem que fosse, para lavar os olhos.

A meio no entanto decidimos ver uma praia, para a qual nunca tínhamos olhado uma única vez. E da desilusão passou-se ao entusiasmo.

Claro que o entusiasmo tem o seu preço...

E cada aventura tem os seus perigos. Esta estrutura que o meu amigo "x" de seu nome X estudou parecia frágil, mas no fundo era apenas perigosa e instável. A equipa que veio de França para produzir esta obra de arte demorou anos a calcular o poder da erosão da escarpa, e o efeito da lama nos seus degraus, foi com um sentido de alívio que acabámos de descer, e com um sentido de "quero lá saber se isto não é seguro eu estou mas é cansado depois de surfar três horas" com que subimos novamente.


Por vezes não ser engenheiro tem as suas vantagens. Eu acredito no senso comum de quem deixou ali as escadas. O X sabe que não há senso comum nenhum naquela "construção".

sexta-feira, setembro 02, 2011

Estou a almoçar

Agora mesmo. Estou a almoçar. Só para que fiquem a saber.

Não é só isso! Acabaram de me telefonar e eu a ver os meus canelonis a arrefecer. Atendo porque podia ser a minha mãe, e é sempre preciso atender as mães. Não era a "rapariga do outro lado" a tentar vender um seguro de saúde dentária.

"Senhor Miguel, preocupa-se com a sua saúde dentária?"

(Na minha cabeça, sou obcecado com isso por acaso.)

"Sabe tenho dentistas na família."

"Ah pronto..."

"Acha que está resolvido?"

"Pois, muito obrigado então."

Até deu para escrever este post para deixar os canelonis arrefecer que estão quentes.

Pergunta: Porque raio é que fazem uma embalagem de canelonis sem ter os canelonis em número par? Os problemas que isso causa...



É verdade. Ninguém na minha família é dentista.

Diz que a beleza

Diz que a beleza tem algo a ver com simetria e equilíbrio. Ri-me quando vi o número nos comentários aqui em baixo, sempre que aparece a foto da moça...

Haviam de cortar onde?

Cá está o corte da despesa, tão aguardado até pelo mais esquerdalhas, como eu, que é do corte na despesa pessoal de direita? Pois aqui vem o corte que sem surpresas só não é "Corta nos ministérios sociais e da cultura" porque já não há cultura. Assim restam os primeiros.

E assim vai o meu país, desresponsabilizando-se dos mais desfavorecidos,com pudor de tocar nas grandes fortunas.

Atenção para o que são os ministérios sociais - saúde, educação (esses sacripantas que andam a ensinar as gerações do futuro) e claro está a segurança social, mas esses são os ciganos, não interessam a ninguém. (link)

O post do ódio


Não gosto de lol, e não gosto daqueles bonequinhos irritantes que se mexem quando são inseridos num chat, não gosto de chats, e não gosto de mim próprio. Portanto estamos quites.

Pondero usar a imagem da moça de... um país qualquer nórdico. Pelo menos até ter uma namorada que decide "investigar-me" na internet, ou até encontrar outra moça tão bonita quanto esta, que não vejo como é possível. Está combinado. A partir de agora, contamos sempre com a presença dela nos meus posts, assim como uma companhia agradável àquilo que eu escrevo. Vou ter de deixar de escrever coisas negras, e provavelmente aquelas pirosices também.

quinta-feira, setembro 01, 2011

Adeus mulher linda


Até amanhã...

Vem Outono vem

Já estava farto do calor do verão. Adoro a chuva o fresco e, acima de tudo, a ausência do sol e do calor. Bem vindo sejas Outuno, espero que fiques por cá até Julho do próximo ano. Só porque tem de ser! Senão era o ano todo assim.

quarta-feira, agosto 31, 2011

Modas

Eu não sou o tipo virado para modas. Há seis meses tinha 3 pares de jeans e um par de sapatos. Neste momento tenho 5 pares de jeans e 2 pares de sapatos e acho que tenho roupa a mais.

Mas a Zozô da Feira das Vaidades lá consegue puxar por mim e pelas minha opiniões sobre os mais variados factos de moda, entre outras coisas, que se há uma coisa que é preciso dizer sobre a Zozô é que ali se encontra a inteligência e cultura e o bom gosto.

Dito isto, obrigado Zozô, por causa de ti vi a mulher mais bonita do mundo, a seguir à minha irmã e mãe, que serão sempre as mais bonitas.


Agora, uma coisa é certa, se ela viesse a Lisboa eu saia com ela para onde ela quisesse. Só para ter a oportunidade de olhar para ela... Porra que mulher bonita... (no blogue Stockholm Streetstyle) E só a Zozô é que me faz ver estas coisas...
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