sexta-feira, julho 29, 2011

É claro que iam acabar os job for the boys. É claro, claro, claro.

"Anda para aí uma má onda contra Nogueira Leite. Primeiro, tentam diminui-lo dizendo que ele só vai para administrador da CGD porque é do PSD. Ora, Fernandes Thomaz também só para lá vai porque é do CDS. E, pergunto, não foi sempre assim? Nada disto traz novidade. É apenas a inveja a falar mais alto.


Atacam-no também quando dizem que ele é um dos homens de mão do Grupo Mello e que a sua nomeação configura uma grotesca sobreposição dos interesses privados aos interesses públicos. Tudo isto porque o homem que colecciona cargos nas empresas do Grupo Mello vai para a CGD e esta vai vender a sua parte numa grande empresa de saúde? Pfff... já vi melhores argumentos.


Eu sou das que não só apoia como leva grande fé em homens providenciais como Nogueira Leite. É que não é qualquer pessoa que consegue viver num alfabeto de 14 vogais, uma vice-presidência e um conselho consultivo. Mais, Nogueira Leite ainda consegue retirar um tempinho à azáfama diária para ser vice-presidente do PSD e conselheiro de Pedro Passos Coelho. E, pasme-se, tudo isto em 24 horas. É de gente assim que o país precisa.


Nogueira Leite apenas coloca um problema que deve ser analisado com alguma delicadeza, uma vez que pode ferir susceptibilidades mais sensíveis. Com ele, a parangona Jobs for the Boys não faz muito sentido. O uso do plural não se aplica porque a extrema produtividade de Nogueira Leite pode conduzir ao acantonamento dos Boys no desemprego."

Andreia Peniche, Arrastão

Ninguém leu as letras pequenas

As letras pequenas da política europeia de austeridade: a dívida pública não é uma coisa má. Mas não digam a ninguém. É o FMI que agora o diz (link) sobre a crise norte-americana. 

E é verdade. Mas agora aguentem, ok?

Brilhante

quinta-feira, julho 28, 2011

Crise?!?!

Qual crise!?! Está tudo maluco? Está tudo bem! Não. Está tudo mal. Não, não! Tudo impecável! Não, a sério. Não podia estar pior, as coisas com que nós ainda vamos ter de nos deparar. O quê?!? Está tudo doido!?!? Os tipos que importam estão a dar-se bem! O sistema está óptimo!

Ei! Tu aí! Sim tu. Não duvides, tu que estás a ler isto. Sim. Tu. Não queres ser a pessoa mais rica do mundo? Não queres estar entre os mais ricos do teu país? Não queres estar acima do que estás agora? Não queres mais? Não queres realizar todos os teus sonhos? Não queres fazer todas aquelas viagens? Teres todas aquelas casas, quintas e palácios? Anh? Não queres? Não queres um carro melhor, aliás, desculpa, o melhor carro! Não queres? E dares dinheiro aos pobres, não queres? Teres 20 cães apanhados na rua, agora podes! Tens um caseiro! Porque não... 40 cães! Só teus! Não queres a piscina? O corte de ténis? Nâo queres mais? Não queres dar emprego às pessoas? Não queres ser um dos 25 que pode? Então pronto! Está tudo bem! Está tudo tranquilo. Tudo impecável. Deixa estar as coisas como estão. Eles conseguem, tu consegues, toda a gente consegue! O mundo é lindo e brilhante. Obrigado por aceitares isso e continuares com a tua vida em rumo ao sucesso. Obrigado. Porquê conformares-te ao inconformismo? Conforma-te ao conformismo!

Olá,

Eu sou o Miguel. E estou limpo há um mês.

quarta-feira, julho 27, 2011

Ok



Com guitarra e com o brinquedo dela... epá... pronto... é possível um tipo ficar interessado por uma mulher com um vídeo no youtube? Se é... eu estou.

E sim, eu sei. UUUUUPSSSSSSSSSSSSSS!




Já estas são só boas de ouvir. E juro que são as últimas coisas que KT Tunstall. Ainda que vá ter de comprar um disco dela, já vai algum abuso nas músicas que escolhi dela.

Acho que o que ela está sozinha a tocar é bom. Aqueles novos brinquedos dão coisas engraçadas.

Ora portanto



Já ouvi o suficiente para saber que ela não é tão boa como parecia no Conan O'Brien, mas o suficiente também para gostar de algumas coisas. Ora neste vídeo, música que me desagrada especialmente, por ser o mais longe de uma cena original que se possa fazer, algo me faz não tirar os olhos do vídeo.

Qual é a coisa qual é?


Ps: e não me estou a queixar da falta de originalidade por ser uma versão. Só mesmo porque é uma ladainha que já ouvi milhares de vezes, podia ser uma versão mais original do que o original que ela cobre, mas longe disso. Um verdadeiro LaiLaiLai..

terça-feira, julho 26, 2011

No Conan!

Descobrir música nova que provavelmente gosto no Conan O'Brien..

Tomem lá disto!

O sono não ataca!

Ainda sem grandes avanços relativamente ao trabalho que preciso de ter pronto amanhã de manhã, mas avançando noutros. Relacionado:



Este tipo é o maior génio do Jazz nacional na actualidade, já aqui coloquei muitas coisas dele. Está a agora a começar a trabalhar comigo e com o Manel, é ouvir a música dele, para se ficar arrumado.

Ando a ouvir Um Pouco Mais de Azul há dois meses sem parar...

Partilhem o bom Jazz português...

Um hora

Estou há uma hora à frente do computador e não consegui escrever uma linha daquilo que preciso de escrever e quero ir deitar-me...



Vou ouvindo o meu ambiente escandinavo. Ando assim há algum tempo. Mais uma norueguesa, e eu já não consigo viver sem a ouvir.

segunda-feira, julho 25, 2011

Mudar de ares



A minha egipcia favorita a cantar. E como eu choro ter perdido este disco...

Dormir em Oslo

Não consigo dormir bem há uns dias, desde que aquele tipo decidiu começar a sua rompante missão de loucura, e matou quase noventa pessoas numa ilha em forma de coração e num prédio onde alguns noruegueses pegavam o seu trabalho diário, onde faziam a sua rotina.

Este momentos de loucura são um abalo na minha vida ideológica e emocional. Não sei qual o pior...

Não me pára de passar aquele olhar diabólico da cara do tal norueguês, uma cara perfeita, olhos azuis, cabelo loiro, feições esculpidas ao milímetro, nunca ninguém me pareceu tão perfeitamente cravado e ao mesmo tempo tão monstruoso, tão abominável.

A beleza e o seu total contraditório, tudo na mesma cara. Naqueles olhos de azul profundo vejo o mais elemental dos ódios, na boca sempre rija um desprezo alheado da realidade. Aquele desprezo que nasce da ausência de raciocínio, o desprezo da fé.

Já não sei o que hei de dizer mais sobre a fé, sobre a certeza que as pessoas têm, qualquer pessoa tem, sobre algo que não é sequer objecto de estudo. O salto de fé. A tolerância que o ocidente dá aos saltos de fé, e a loucura que isso deixa escapar num ser racional como o humano.

Se o mundo fosse mais racional...

"Se" a pior das palavras num momento destes. Noventa pessoas morreram e noventa pessoas ligadas a cada uma delas dizem "e se" neste momento. Como se aquele acto de loucura pudesse ter sido evitado, ou pelo menos a presença de quem lá se encontrava, no pequeno pedaço de terra, em forma de coração, para sempre manchado de sangue, para sempre tingido de morte...

Lúcifer existe, está entre nós. Se Deus existe no momento em que o Homem encontrar a solução para vivermos para sempre, o Lúcifer é o lado oposto, o lado da fé, da não ciência. Da reza e dos saltos de fé. O Lúcifer é a parte insana, o lugar obscuro dos nossos pensamentos, sempre lá, animalizados, sensitivos, primitivos e sedentos de ambições monumentais.

Estava a ver se texto me ajudava... vou publicá-lo, não o vou rever, vou esperar que isto me passe. Este sentimento de impotência... Esta reação violência a uma desgraça que não se me abateu directamente sobre mim...

Tentar tirar da cabeça aquela mulher morena de olhar perdido, cabelos longos, porte cabisbaixo, rosto perfeito, no meio de uma manifestação de guarda-chuvas negros e olhos raiados, com a água a escorrer-lhe o corpo, sem se dar conta de nada à sua volta, com alguém tão presente na sua cabeça que provavelmente a consegue sentir, ali mesmo, a chorar a sua vida sumida e a de mais uns quantos amigos. Querer arrancar e dar-lhe um abraço, tirar-lhe um pouco daquela dor, saber o quanto isso está longe de ser possível. Que tragédia...

sábado, julho 23, 2011

Quantas "doutoras Cristinas" terá este país?



A história está (muito) resumida aqui (link).

sexta-feira, julho 22, 2011

Decisão

Esta sexta-feira será a última vez que joguei no euromilhões. Vou anunciar também no meu facebook, porque uma vez escrito no facebook está escrito em pedra!

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Pronto já está, mas mesmo à antiga "que esta sexta-feira é a última vez que jogo no euromilhões" respondendo à pergunta lá colocada.

A culpa é da Maria

Só porque me apeteceu ouvir um bocadinho da banda sonora do Fight Club, e a Maria é a culpada.



E esta é a versão que eu mais gosto. E eu nem gosto de Placebo. A minha irmã é que gostava, mas dobraram a versão dos Pixeis com uma categoria impressionante.

E realmente, ouvir isto dá alguma vontade de ir andar à porrada, mas na boa, mesmo à fight club com direito a cerveja com travo a sangue depois.

PS: ouçam lá isto sem gritar um pouco UUUUUh UUUUH! Comigo não é possível.

quinta-feira, julho 21, 2011

Noba iourque



Já que serei o único gajo no mundo, da minha geração, sem 10% do meu cérebro a viver em Nova Iorque, mas certamente com 5%. Há muito do meu imaginário criado naquela cidade, o Woody Allen, o Scorsese, o Coppola sénior, o Spike Lee entre alguns outros, isto no cinema. No Jazz a lista é bem mais comprida.

Lembrar o papel fundamental de Cavaco e Silva na resposta à crise



"Será possível alguém do exterior entrar no meu computador e conhecer os meus emails?"

Nós é que andávamos distraídos.

O embuste

O que temos pela frente.

Foi engraçado ver o ministro das finanças dar um baile aos jornalistas, "e o que eu disse e que vocês disseram", e dizer aos presentes numa sala "eu expliquei este imposto aos outros ministros das finanças em 180 segundos", impressionando uma série de jornalistas ao ponto de os desmotivar a fazer-lhe qualquer outra pergunta, porque a sua sapiência tinha explicado tudo o necessário... foi engraçado.

Mais ainda a maneira como tenho visto jornalistas e analistas falarem deste ministro das finanças de uma forma bajuladora e reprimida. "A apresentação deste ministro foi mais séria, ele é um tipo pessimista, os dados serão portanto mais acertados do que o ministro anterior". Dizia um correspondente da TSF depois da tal conferência.

Ora esta notícia deve, pelo menos, servir para que a coisa já não seja tão engraçada. Para as pessoas acordarem e entenderem de vez que não só algumas coisas vão manter-se como sempre, com os mesmos personagens esconsos e viscosos de sempre, como, isto ainda vai ser pior! (link)

Mas este país deixou...

quarta-feira, julho 20, 2011

Ora para algo diferente



O meu amigo André Cameron, um violinista impressionante...

A fila

Engraçado em como os estereótipos, que eu odeio, insistem em funcionar tão bem. No outro dia estava eu a bater com a cabeça no teclado quando decidir parar com a minha cena de mártir judaico e passar pelo OutJazz.

Não me arrependi, nem um bocado, por todas as razões e mais alguma. Acho mesmo que foi a melhor decisão que fiz nos últimos tempos.

Ao sair de lá, ainda o Dj estava a montar a mesa deparei-me com isto:
O que é pergunta o mais distraído dos leitores? Um stand onde estão a dar amostras... FILAS! amostras...

Amostras valha-me deus! Chouriços valha-me deus, chouriços!

Muito punch!



Em modo frenético.

Não é para contrariar



Cara Pusinko. Mas este é o meu estado de espírito. Não vais relaxar muito com esta. Provavelmente...

Nunca nada foi tão difícil de esquecer



Até porque, no final das contas, só uma pessoa é que entendeu o mesmo que eu. E isso diz-me que já não existe ninguém, porque nem essa pessoa existe como eu me lembro dela.

A ver se não é isto que a música diz...

segunda-feira, julho 18, 2011

Ainda antes do almoço



Gear e fatos... aí...

Rachel's... ufa...

Quando se dorme pouco



Tem, porque tem, de haver música para nos ajudar a trabalhar. Hoje será Rachel's o dia todo! Todo! Ou então só até ali ao final da tarde, vá...

domingo, julho 17, 2011

Algures por ali


Eu tenho uma cara estranha. Porque apesar de não ser assim tão ordinária, é parecida com muita gente. Não são poucas as vezes em que pessoas se chegam a mim e me perguntam - epá, eu não te conheço de algum lado?


Eu, que costumo ser um tipo simpático, sou capaz de me rir e dizer que não, e que eu tenho muitos sósias por aí. O que não é mentira, o meu primo uma vez cumprimentou um tipo que era igual a mim, no Bairro Alto, e que ele ficou muito agitado porque estavam sempre a chateá-lo porque ele não era o Miguel, não era!


Personagens de filmes, cubanos, músicos de salsa, palestinianos e judeus, egípcios e indianos, tudo o que é personagem estereotipável neste mundo vem-me parar ao prato. Nunca ninguém teve a certeza que eu era português, isso posso garantir.


Houve uma altura da minha vida em que usei o cabelo muito comprido, e a barba sempre a fiz de duas em duas semanas, quando não aguento as três. Esteva eu de cabelo comprido e barba quanto bati à porta de um dos meus melhores amigos. Atendeu a mãe, que ao abrir a porta ficou com uma cara muito séria, passados uns três segundos pôs a mão ao peito e fraquejou. Eu a pensar que lhe estava a dar uma coisa má fui apoiá-la, "Está tudo bem?" Está... - respondeu-me - tudo óptimo, parecia que tinha visto Jesus...

Estes são quatro retratos de quatro tipos com que já fui ou sou frequentemente comparado. E é com isto que tenho de lidar. Todos feios, menos Jesus, e claro, não tenho o estilo do Brody a ser feio.

O mais clássico de todos é, claro está, Balki Bartokomous, associação feita pelo meu melhor amigo e parceiro de blogue, Manuel Castro. Certamente o maior responsável por associar a minha cara às personagens mais ridículas:



Façam atenção ao tipo das precursões aos 33 segundos...

sábado, julho 16, 2011

Não são poucas as vezes



Que a música é um grito de alma.

I MISS YOU!!!!!!!

É cantiguinha para se ouvir no limite das colunas.

Acho que já tinha feito este post, ou algo parecido. Sinto falta da sanidade mental como uma construção física e pessoal, num momento em que o meu país resolve os seus problemas a poupar na gravata. Vamos então poupar em palavras.

180 segundos

Esta semana, o novo ministro das Finanças confessou, perante uma plateia deslumbrada de jornalísticas anestesiados com o anti-carisma teórico do personagem, que tinha demorado apenas 180 segundos a explicar aos seus colegas europeus o novo imposto extraordinário a aplicar em Portugal.

Começo a pensar que tão pouco tempo - genial, não é? que sintético, o bom aluno, que competentinho, o português  - só pode ter sido possível porque Vitor Gaspar se esqueceu de falar de quanto desse imposto vai ser tributado aos faustosos rendimentos de capital que por aí andam, entre dividendos de grandes empresas e juros.

sexta-feira, julho 15, 2011

Um orgulho nacional

65% dos agregados familiares portugueses não vai pagar o imposto extraordinário disse, orgulhoso, o Ministro das Finanças, logo secundado por muita gente do PSD e do CDS. Estes últimos, como sempre, em bicos de pés mas aos pulos ao mesmo tempo - é a democracia-cristã no seu melhor quando se fala de "pobrezinhos".

Tanta coisa porque 65% dos agregados familiares portugueses vive na miséria. Devemos estar todos muito orgulhosos.

terça-feira, julho 12, 2011

A catarse



Esta música faz parte de um dos momentos cinematográficos que mais me marcaram. O Wes Anderson tem o condão de me fazer isso. Tirando o Fellini e o Woody Allen não há realizador que mexa mais comigo. A superar mesmo o Fellini, ninguém nunca me vai tirar o "Stardust Memories" e o "Sweet and Lowdown" do Woody Allen, os meus filmes preferidos de todos os tempos, longe de qualquer outro.

Ok, há o Charlie Chaplin, mas esse está noutro campeonato e tudo o que ele fez foi perfeito e noutro tempo, aquilo nem cinema é, é uma arte em si.

Voltando ao "Life Underwater With Steve Zizou", no momento mais crítico do filme, quando os personagens já se juntaram todos, como na esmagadora maioria das vezes pelo evento trágico, o capitão desce aos mares e procura pela sua catarse, esta música é mais importante do que o ambiente claramente Wes Anderson criado, e aos 3 minutos e 11 segundos, exactamente, o filme transforma-se. Eu fecho os olhos e aguento sempre as lágrimas pelo momento criado, no filme e na música, ambos em sintonia perfeita, ambos à procura de tocar um pouco no pedaço de humanidade que tentarem descrever.

Arte no mais puro sentido da palavra. A descrição da catarse, a verdadeira e única, não a da vingança, a que se vale por si só... o mais quimérico respirar fundo.

A lama



As regras foram todas quebradas. Da lama já não se levanta senão lama. De fora o puto mais velho, organizado há anos para ver os outros putos sofrer, atira pedras e outros putos para o buraco também.

Na lama os putos não se entendem. Uns lutam contra outros, outros formam alianças, mas ninguém quer ir ao fundo criar a base. Até porque não há base. Isso é o que o puto grande sabe há muito tempo. Aquilo é um buraco sem fundo. E ninguém vai sair dali. Ninguém.

Um sistema na lama. A lama que nem sequer existe. E o único que sabe? O puto grande. Já cá anda há mais de quatro mil anos.

sábado, julho 09, 2011

Um ano, um Presidente, uma agenda



Cavaco Silva: “Não devemos recriminar as agências de rating”

13.07.2010

Cavaco diz que “agências norte-americanas são ameaça à estabilidade europeia”

08.07.2011


 

Post sobre miúdas

Miúdas que nunca deviam saber o que era um amplificador, nem muito menos que se podia tocar uma música com mais de um instrumento.

Ora senão vejamos-

Muito bom:



Nem por isso bom, NÃO OUVIR ATÉ AO FIM! Pode causar danos à disposição de ouvir boa música. Áquele conforto que vai dos ouvidos ao centro de equilibrio emocional. Os primeiros 30 segundos chegam:



E novamente, bom:



E novamente, Nem por isso bom, NÃO OUVIR ATÉ AO FIM! Pode causar danos à disposição de ouvir boa música. Áquele conforto que vai dos ouvidos ao centro de equilibrio emocional. Os primeiros 30 segundos chegam:



Esta última então até doi de mau...

sexta-feira, julho 08, 2011

Hoje ao almoço







Não tinha Daily Show, que estão sempre de férias esses tipos, estive a ver ginástica... Sim, eu sou um gajo, e gosto de mulheres. Mas gosto de ver pessoal aos pinchos. As primeiras duas são hilariantes. A última é a melhor ginasta de todos os tempos.

quarta-feira, julho 06, 2011

Resumindo a histeria do dia de hoje sobre o corte do rating e resumindo a história do último, vá lá, ano e meio

Os fellatios aos mercados não vão ter um happy end.

Ainda fora de ritmo





Mas a tentar entrar nele.

domingo, julho 03, 2011

Imaginação

Os precários também vão pagar o badalado "imposto extraordinário". Os precários, sem vínculo e protecção, os precários que descontam para a Segurança Social mas que se caírem no desemprego não podem contar com ela, os precários que não têm subsídio de férias e de Natal vão pagar, como todos - bom, todos não hão-de ser com certeza, porque o neo-liberalismo não bate assim - um valor equivalente a "50% do subsídio de Natal", como anunciou o nosso José Ramon Bauzá (link)  no Parlamento (cuidado, isto é uma coisa que se pega). Pede-se-lhes, mais do que sacrifícios, muita imaginação: pagar um valor equivalente a algo que não recebem. E este, parece-me, será o género de imaginária com que iremos ser confrontados frequentemente nos próximos tempos. Foi você que pediu uma Maioria para a Mudança (link)? Cá está ela.

sábado, julho 02, 2011

Demagogia classe média

Quando esta gente se atreve a falar do que desconhece por completo - na linha daquele senhor do vídeo (ah espera, é Vice-Presidente do PSD) que achava que 1000 euros de rendimento por mês "é miséria" - dá nisto (link). Portanto, estão reunidas as condições políticas (e intelectuais, porque atravessamos de facto a época perfeita para a dominação dos trolhas da demagogia barata) para que estes disparates sejam atirados sem o mínimo dos pudores.

Claro que depois há outra coisa chamada "realidade". E para a encarar, e perante isto que se diz com o maior dos desplantes, com um sorrisos nos lábios e algum optimismo, é realmente preciso uma grande dose de humor e inteligência (link).

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