quarta-feira, agosto 31, 2011

Modas

Eu não sou o tipo virado para modas. Há seis meses tinha 3 pares de jeans e um par de sapatos. Neste momento tenho 5 pares de jeans e 2 pares de sapatos e acho que tenho roupa a mais.

Mas a Zozô da Feira das Vaidades lá consegue puxar por mim e pelas minha opiniões sobre os mais variados factos de moda, entre outras coisas, que se há uma coisa que é preciso dizer sobre a Zozô é que ali se encontra a inteligência e cultura e o bom gosto.

Dito isto, obrigado Zozô, por causa de ti vi a mulher mais bonita do mundo, a seguir à minha irmã e mãe, que serão sempre as mais bonitas.


Agora, uma coisa é certa, se ela viesse a Lisboa eu saia com ela para onde ela quisesse. Só para ter a oportunidade de olhar para ela... Porra que mulher bonita... (no blogue Stockholm Streetstyle) E só a Zozô é que me faz ver estas coisas...

Resultado de passar horas em casa



Já não sei bem se gosto ou se não gosto. Parece-me uma boa construção, mas a voz de sono arrastada é... parece-me bem hoje. Vejo mais tarde.

RÁPIDO!

Pessoal! Rápido mexam-se! Hoje é o último dia do mercado! Não há tempo a perder, uhuh!

Pessoal genuino

Há muita música que não ponho aqui. Hà muita música que não mostro em público, ouço em privado, por razões também ela privadas. Mas a música popular, quando genuína, e executada por quem de direito tem um enorme poder.



Fiquem com os The Mariner's Children!

terça-feira, agosto 30, 2011

É verdade!

Olá, eu sou o Miguel e estou limpo há dois meses e dois dias! Houve ali uma altura complicada, mas cá estou eu! Em pé e pronto para mais um dia de cada vez.

Ultimamente



Só ouço Post Rock. Há sempre o jazz e a música popular, mas não consigo deixar de passar três quartos do meu dia a ouvir Post Rock. Pronto...

É


pois é... aquele sorriso de merda...

Nova luz



Haverá um dia em que o acordar será diferente. Algo mudou, e a vida não parece tão negra, as cores aparecem do outro lado da estrada depois da janela se abrir e aquela luz invadir o quarto, trazendo um novo respirar àquele lugar já marcado por lágrimas.

A vida está dentro de nós, não reflectida nos outros. Aqueles que querem estar ao teu lado é que importam, os que não querem, passam para o prédio da frente, separados por uma estrada. Perto ainda para ficarmos curiosos, mas longe o suficiente para não nos querermos lá. Isto depois desse dia. Sempre depois desse dia.

E no dia a seguir a janela vai abrir-se ainda com mais luz e mais cor, e um vulto preencherá a cama, prostrado e abstraído. Vais buscar-lhe o pequeno almoço, e mesmo que não pertença lá, estás mais perto daquilo para o qual tu lutaste para ti próprio e não para aquilo que lutaste por outros.

O dia está a chegar.

Este pessoal da direita

Não só não quer taxar os ricos, como não tem qualquer interesse envolvido nisso. São tipos que ou não têm maneira de se sustentar, ou não têm uma noção muito boa de como se susteretar, ou têm um tipo que sabe apresentar declarações de impostos que lhes leva o dinheiro todo. (link)

Obrigado d.

Dormir



Tenho 31 anos, e pela primeira vez na minha vida pondero ir pedinchar medicamentos a sério para dormir. Uma coisa que me dê uma moca descomunal e só dê para eu me preocupar com as minhas cenas passadas oito ou nove horas depois de a tomar. Já lá vai algum tempo desde que eu consegui dormir oito horas...

segunda-feira, agosto 29, 2011

O trágico e o cómico


Esta música só podia ser escrita por um homem.

O amor é trágico para um homem. Por mais que um tipo não se apaixone, é capaz de ir ao fim do mundo e voltar para tomar conta de uma mulher. Resgatá-la do mais fundo poço do inferno, e gostar mais dela depois disso.

O trágico no amor para um homem é que a mulher, numa até esmagadora maioria das vezes, deixa um tipo na pior altura, quando este quer crescer e melhorar. Não o deixa logo no início, por vezes até empurra o sujeito, com avanços e encorajamentos, mas quando a coisa fica preta são as primeiras a saltar o barco.

Já vi isto a acontecer várias vezes. E eu não estou a falar de namoros de semanas, ou de meses, estou a falar de anos, de coisas concretas, quando um tipo começa mesmo a gostar de alguém.

Os homens, estou convencido, gostam a longo prazo e as mulheres a curto, cegas pelas paixões e sentimentos, pelos pêlos em pé, borboletas na barriga e corações apressados. Que merda é a borboleta na barriga?

Enfim... queria era estar na Suiça, três ou quatro dias bastavam.

Fica para Dezembro. Láembora em Dezembro Maneloni?

O cómico? Hoje não há.

Só rápido

Para dizer que odeio a EDP! Odeio. São uns ladrões e uns incompetentes de primeira. Nojentos mesmo. A empresa mais abjecta de todos os tempos. O Mexia dá-me vontade de vomitar.

Mais virá...

domingo, agosto 28, 2011

sábado, agosto 27, 2011

Imenso



Reparem como o gajo ainda tem a lata. A profunda lata de fazer a guitarra dar uma vénia. Coitada da guitarra só se for pela capacidade impressionante de levar uma quantidade enorme de porrada e continuar a soar mesmo muito bem.

Realmente se for por isso não é uma má razão...

O Don Ross é muito imenso.

sexta-feira, agosto 26, 2011

quinta-feira, agosto 25, 2011

Outra recorrente

Jesus Cristo, Balki, Brodie, Borat, o tipo estranho da lambada e o Carlos Martins!


Tipos com o qual eu sou parecido.

Ou um post que não tem nada a ver



Subi a uma figueira um dia e vi o meu bairro todo. Fazíamos caminhos entre os cactos para chegarmos à figueira, que para mim era uma árvore que servia bem para me empoleirar, voltar às origens. Nunca gostei de figos.

Nessa figueira passei por muito, beijei uma miúda, fui picado por um lacrau, parti a cabeça, fui atacado por dois cães, brinquei com a minha cadela, brinquei que me desunhei com os meus amigos, parti a cabeça mais do que uma vez diga-se, construi uma casa, ou construi uma casa sempre que as obras que iam invadindo o local nos permitiam ter matéria prima para isso, também conhecida como placas de madeira.

É realmente triste passar por lá e ver um prédio. Lisboa tem prédios por toda a parte agora. Onde antes tinha figueiras e chafarizes. Agora garagens e betão. Já só há natureza artificial nesta cidade. E eu gosto dela mesmo assim, mal tratada e escorraçada, esperando que um dia ela ache que merece ser melhor tratada e escolha alguém que saiba cuidar dela.

Assim o quotidiano não é quente e confortável, é frio e apático.

Isto é assim



Durante uns tempos não vou pôr aqui mais nada que não seja Rachel's. Acho eu. Com grande probabilidade, vá. Não sei. Talvez. Certamente, claro. Salvo a possível excepção. Mais virá, isso de certeza.

quarta-feira, agosto 24, 2011

...

Viajar

Eu não tenho o bichinho da viagem. Viajar para mim é uma chatice que tenho de fazer por uma de duas razões. Ou trabalho. Ou porque namoro com uma moça que gosta muito, mas mesmo muito, muito de o fazer.

Ainda assim houve viagens que não me desagradaram. Talvez a que eu gostei mais foi aos Açores. E aí posso ilibar qualquer namorada, porque há uma terceira razão para viajar, a minha família. Os Açores é um lugar mágico que gostei de ver, foram duas semanas, o limite.

A Madeira, já me disseram é muito bonita e tal. Duvido que alguma vez lá ponha os pés.

MAs notícias como esta fazem-me pensar que o problema, realmente, não está só nos madeirenses e nos seus péssimos hábitos democráticos. Aqui no continente ninguém mexe uma palha. (link)

Olá a todos

Eu sou o Miguel, faltam-me quatro dias para estar limpo há dois meses. O que raio é que eu posso fazer para me aguentar estes quatro dias?

Para lá dos próximos meses também...

Não está fácil.

O que há para não gostar em Rachel's



Eu não sei.

Não sei se já o disse



Mas Rachel's é uma cena do outro mundo. O vídeo é, novamente, fora da responsabilidade de quem fez a música.

O que eu gosto neste tema é a sua previsibilidade, como eles, ela, ou ele, acho que é ela. Dá a volta a uma frase tão usada. Quando eu for grande vou ter a colecção toda de Rachel's. Todos os discos.

Ontem devia ter ido dançar



Mas o lugar a que me estavam a convidar não era o que eu queria. Eu não gosto de danças organizadas. Odeio que me prendam a dançar. A minha dança é de espírito livre. Agora vou levantar-me e esbracejar e espernear até concluir o meu almoço. É verdade, vou dançar a fazer o almoço. É assim que eu faço a minha cena... Yaaaa...

Deus sabe porque é que me dá para escrever estas merdas.

É verdade!

terça-feira, agosto 23, 2011

Gostar de arte



É coisa para me deixar com vontade de viver. A arte é uma demonstração de como se devem viver certas coisas, de certa maneira. Um pedaço da nossa humanidade para nós o entendermos melhor do que se o estivéssemos a viver apenas.

Por vezes é mais intenso viver a vida através da arte. Por vezes é. Por vezes apetece só fazer isso. Só e mais nada. Tomar um comprimido mágico e viver num quatro de Van Gogh, a ouvir a minha música, e a ler o meu livro. Pena que o Van Gogh nunca tenha feito um quadro sobre um cinema. Aí era perfeito.

Não vi o filme



Nãoo devo ver. Não me entendo com o James Franco. Ou seja, vejo coisas dele que gosto, outras nem tanto. Mas este vídeo é hilariante. Lembra-me a minha avó, sempre cómica, como a minha mãe aliás. A minha mãe e a minha avó serão as duas pessoas com o melhor bom humor que alguma vez conheci. Estava sempre a rir-me com a minha avó, estou sempre a rir-me com a minha mãe.

Este vídeo fez-me gostar mais dele.

Adoro a reação da mãe do James Franco de boca aberta, sem acreditar que a mãe dela tinha acabado de dizer aquilo... genial.

é

o desvio... (link)

Pronto

Já terminou esta história do blogue começar a fazer barulhos estanhos ao ser consultado. Só precisa de mais um post. Ufa...

Sinto falta



Os Smashing Pumpkins foram a única banda de que alguma vez gostei mesmo muito, que não souberem envelhecer. Fizeram cinco ou seis discos absolutamente brutais e depois disso tem sido a desgraça. Fico com o passado deles para consultar. Tenho todos os cds mais uma quantidade gigante de singles em cd que trouxeram muito boa música. Como os Radiohead os b-sides são tão impressionantes quanto os a-sides.

O pulso



A minha mãe no outro dia a responder-me à minha exclamação - "Eu só tenho 31! Eu aguento!" Diz ela "Tu já tens 31! Tens de ter cuidado!"

Estou velho. A minha mãe assim o diz, e como o meu pai sempre me ensinou "As mães nunca mentem."

Hoje doi-me o pulso. Uma dor crónica que se tem vindo a agravar. Cada semana é pior que a outra. Daqui a uns anos nem posso com ele se continuar assim.

Pulso, pulso... pulso, pulsinho aguenta só mais um bocadinho.

Obrigado.

segunda-feira, agosto 22, 2011

É verdade



Escrevia algures no outro dia que esta música me fazia lembrar a minha irmã, e é verdade, faz mesmo.

Quer dizer

Passa um irritante, o outro irritante é irremediável.

E sim

Este blogue está altamente irritante. Já passa está quase.

O relógio



Ultimamente pareço o coelho, "tumblin down my own hole"! Segunda merda em inglês que escrevo hoje. (Nota ao próprio: Tenho de ir tomar as minhas vitaminas camonianas.)

Eu no youtube tenho umas listas de músicas para ouvir, umas quantas para ser diferente o que estou a ouvir. Como agora não tenho dinheiro, e odeio fazer downloads é a minha salvaguarda para nova música. Ainda tento comprar um cd por mês, mas há meses em que não dá.

Sem problema, o youtube resolve.

Só que por vezes olho para os vídeos e são verdadeiramente terríveis. O Blackbird, que é uma das mais magníficas músicas dos Beatles é um momento de alívio em felicidade. Sobre o fim da escravatura, sobre como os escravos tiveram de aprender como viver a tomar conta deles próprios, sobre como assustador esse momento é, e como esse é o melhor medo de todos. "Into the light of the dark black night".

O vídeo mete uns beijos e umas bailarinas a dançar na cidade... pronto... Entre outras coisas... enfim. Obrigam-me a pegar no disco. E depois é ouvir Beatles o resto do tempo. Também não é mau. Ok é bom. Obrigado vídeo merdoso.

sábado, agosto 20, 2011

A tristeza?

As referências erradas. (link)

Se querem chorar, mas chorar a sério, vejam o Ladri di Bicicleti. Não só é um filme imperdível, como faz chorar as pedras da calçada.

Eu sei

Jà coloquei aqui esta música antes, provavelmente. Mas como não tenho uma lista, e é isto que eu ando a ouvir, entra novamente.



É que isto não anda fácil. Amanhã o Benfica joga o primeiro jogo oficial da época e eu ainda não tenho o cativo. E não sei se vou ter. São as coisas estúpidas que me fazem estar acordado às quatro da manhã a escrever. É a minha estranha vida.

Mas também vou comprar lugares para ver um campeonato que está arranjado desde a primeira jornada. E se fosse só a primeira! Na segunda já lá ganharam eles novamente à batota.

Enfim, não dá.

sexta-feira, agosto 19, 2011

velho...

Hoje deram-me 27 anos. E o que me deprimiu mais não foi o facto de ter mais quatro que isso, foi já ter este tipo de conversas...

Assim a caminho



Porque o caminho tem de ter uma boa banda sonora. Faz com que o caminho também tenha um fim, a banda sonora.

Credo



Salve-se o meu trabalho, que ultimamente...

Ainda por cima serei tudo menos religioso.

Hoje perdi

Hoje fiz uma viagem de metro. Como sempre gosto de ficar em pé. Estava a ouvir Roger Waters, um disco que ouço desde sempre, 1994? 1993? Tenho preguiça de ir ver o disco, vou querer terminar isto rápido.

Em pé conseguia ver o meu reflexo. Ao longo dos anos tenho vindo a gostar cada vez menos de me ver ao espelho. O meu reflexo é terrível. Não que eu fuja ao espelho. Encaro a minha cara como o percurso da minha vida. Quem sabe daqui a uns anos eu não me ache bonito.

Estou a divergir, como sempre.

Encarando aquele reflexo vejo com clareza que os anos passaram sobre mim e eu só hoje me apercebi de que perdi um objecto que me era querido. Hoje e só hoje. Não sei quando o perdi, como o perdi, muito menos onde o perdi, porque senão não estava perdido. Perdi-o apenas.

Esta perda deixou-me logo mal disposto. De braços cruzados, pernas afastadas para aumentar o equilíbrio debrucei-me um pouco sobre mim próprio. Dei com os meus olhos nos meus pés. Podia tê-lo perdido ali mesmo, naquela altura. Estaria ali no chão, à espera que o apanhasse. Mas o mais provável é que o tenha perdido há muito mais tempo.

O mais provável é que alguém o tenha agora. Que o trate melhor do que eu o tratava, e que ele, como objecto, não se sinta melhor pelo novo dono, mas claramente não se sente pior também. Não sei qual a pior opção. Para mim claro, esta é a minha reacção à sua perda.

Puta que pariu! É um objecto. Porra. Fui traído por uma merda de um objecto. A minha vida é uma amalgama de traições. Eu traio-me a mim próprio sempre que posso, porque é que não me haviam de trair a mim. Merda sinto falta daquilo. Onde é que estará aquela merda?



quarta-feira, agosto 17, 2011

O futuro é risonho

O sistema vai colapsando, os mais ricos parecem colher os últimos proveitos, e como muitos dos mais ricos e as suas noções de curto prazo, o dinheiro em crise realmente jorra. Mas depois há aquele mais ricos que têm uma visão mais alargada no tempo, e vêm um sistema a falir, que mais tarde terá de os atingir a eles. (link)

Não conhecendo o senhor Warren Buffett posso até admitir que ele é um tipo decente e que quer dividir os "sacrifícios" com as classes económicas mais baixas. Mas alguém quer acreditar que um sistema a falir desta maneira vai benificiar alguém no futuro? Neste momento estamos mais perto da queda de instituições do que da sua privatização. Que é, na esmagadora maioria das vezes, a razão pela qual elas falham.

Mas a política serve quem os serve a eles e não quem está lá para servir. E a vitupério "serviço público" é um dos mais antagónicas e mal interpretadas de todos os tempos.

O futuro não é risonho. Era isso.

Olá vizinhos

QUERIA ANTES DE MAIS PEDIR-VOS PARA NÃO ABRIREM O ENVELOPE PEQUENO ATÉ AO FINAL DA CARTA, PARA SE SENTAREM NA MESA E LEREM O QUE VOS ESCREVO ATENTATMENTE, POR FAVOR RITA E LUÍS, OBRIGADOS.

Obrigados aos dois pela compreensão o tema de que vos venho falar não é fácil de expor de tal forma que terei de fazer uns quantos prelúdios para o expor na sua totalidade. Segue portanto que no outro dia encontrei algo que não era suposto encontrar numa zona que não era suposto encontrar algo daquela natureza e feitio.
A natureza do objecto será totalmente desvendada à medida que esta carta se for desenvolvendo. Não é por acaso que os esclarecimentos são devidos, e precisos e necessários e até de vez em quanto algo inevitáveis, indispensáveis, como uma malgama de sopa que tem de ser sorvida, mesmo num jantar de cerimónia, como o dos príncipes Harry e Kate. A Kate que é uma mulher bem bonita por sinal e não seria apanhada morta a sorver uma sopa. Morta. A princesa teria de pedir a um súbdito para lhe sorver a sopa, e depois seria impossível, uma princesa como ela comer de colher uma sopa sorvida por um servo, é que se é verdade que ela não tem sangue real a correr-lhe nas veias há já algo real a passar-lhe no corpo... bom... se é que de facto o casamento foi consumado. Esperemos que sim que a alternativa seria trágica à sanidade mental da jovem e ao andar relaxado do respectivo.
Isso leva-me ao que me trouxe aqui a escrever-vos esta carta tão complicada de escrever e ao mesmo tempo necessária, uma necessidade tórrida, uma necessidade que é mais forte que eu, uma necessidade cultural. Há coisas que têm de ficar esclarecidas. Espero que ainda não tenham aberto o envelope, seria uma pena perderem a explicação e passarem estas palavras a correr à procura dela posteriormente.
Na verdade vocês procuram algo e ainda não sabem. Ou sabem mas não querem acreditar. É um caso comum entre pessoas mais novas ainda à procura de se ajustarem à vossa própria realidade, aos vossos sentimentos, à vontade que vos consome, e à necessidade de descanso, tão simultânea como difícil de lidar a nível de ritmo. A vida é uma sucessão de ritmos, ou nós o temos controlado ou ele nos vai controlar a nós. O ritmo de uma música popular, o ritmo de uma música rock, o ritmo de uma música clássica, o ritmo de uma música pop, o ritmo de uma música jazz, todos os ritmos interligados sobre a necessidade de um esforço comum de aceitação do ritmo que nos é apresentado e a escolha do mesmo.
Não é tanto uma procura, como um caminho, não é nada religioso o que vos falo, a vossa aptidão à crença religiosa manter-se-á a mesma. Nada se alterará nesse ritmo específico dos cantos gregorianos e dos afinados coros religiosos. Não aqui não há saltos de fé, os saltos de fé edificaram sociedades e deixaram-nas cair, não esperam desta carta nem a solução nem o caos. O caos de chegar constipado, de chegar doente de uma viagem, o caos de se chegar ao emprego constipada e ter um patrão com os olhos semi serrados a imaginar como é que a empregada apanhou a tal constipação, nua pelos restauradores, a correr até ao rossio.
Abrindo o envelope vocês sabem que isso vos pertence. Obrigado pela atenção.

terça-feira, agosto 16, 2011

Tenho uma amiga

Que se mete nestes projectos e com a qual, por vezes, tenho a sorte de ir jantar, ou beber uma cervejinha.







E quando não consigo estar com ela, sempre vou matando as saudades. Ou porque está em África, ou porque está no Japão, ou porque está em Telheiras e não me liga puto. Pronto.

domingo, agosto 14, 2011

Na dificuldade dos dias

São as doenças da mente que nos remetem aos maiores medos. E dos medos em que nascem nos remetem as maiores doenças.

E o que eu gostava de andar por aí a cantar entre dentes.

sábado, agosto 06, 2011

Dia lixado

Estou a chegar a casa agora, estou à espera que o manel me diga qualquer coisa, porque ele estava de acordar de manhã para me entregar uma cena.

Hoje foi difícil porque hoje foi ontem e acordei a esta hora para começar a trabalhar, não tive tempo de comer até às 21h de ontem, ou hoje...

Assim fiz apenas uma refeição, e o resto não conto.

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Um fato de surf.

Uma prancha de surf.

Cinco jogos de computador.

Vinte e cinco filmes.

Vinte discos.

Um mês de refeições.

Três quartos da renda da casa.

Metade de um portátil.

Cinco depósito de gasolina. Bom... quatro depósitos de gasolina.

Um quarto da quimioterapia da minha gata.

Um ano e meio de ração para os meus cães.

Três ou quatro anos de ração para a minha gata.

Metade de um plasma.

Um quarto de um pc a sério.

A guitarra que eu queria.

Um ano de Taekwondo.

Metade da minha máquina fotográfica.

Um quarto da nossa máquina fotográfica/cinematográfica.

Mais que a minha televisão.

O meu frigorífico.

Bem mais que o meu red pass.

A minha colecção de x-files.

O Seinfeld, o Frasier e o House bem embrulhadinhos num pacote da Amazon e ainda conseguia mais uns quantos dvds.

sexta-feira, agosto 05, 2011

ui!

Por acaso vim aqui parar, não sei bem como. Mas este é um exemplo claro das pessoas que têm espaços para dizer coisas, espaços importantes, aquilo é o Expresso. E não têm nada para dizer e vão logo mostrar o que de mais conformistas têm com a sua vida. Ouve João Duque - riscos calculados não são só na banca.

O pessoal precisa de aprender a viver um bocadinho...

Quem foi?

Quem foi o tipo que apanhou uma piela sem pagar uma única cerveja quem foi? Estou aqui a escrever-vos meio torto. Mas é uma das razões pela qual eu gosto de Lisboa, há sempre aquele sítio onde te conhecem e nem que queiras consegues pagar... A música é que foi uma bardamerda nefanda... Mas enfim. Nâo se pode ter tudo.

quinta-feira, agosto 04, 2011

Mais um belo dia de trabalho sem parar

Praticamente o dia todo a ouvir isto.



Não bastava eu gostar dele, ele tinha de gostar de uma das bandas que eu mais gosto. Três gostos com este quatro. É só gostar e lá vão cinco!
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