quarta-feira, setembro 28, 2011

Miles



É provavelmente a música mais rápida do mundo. Parece sempre pouco... O Miles Davis foi o tipo mais estiloso de todos os tempos, menos naquela fase jazzpoprock, mas todos os génios têm direito a pôr o pé na poça uma ou outra vez.

Miles Davis com Générique.

Podem votar MAS!

É verdade, podes votar, mas é melhor que te ponhas no teu lugar rapidamente! Para saberes quem é manda aqui.

Não demorou muito tempo Pusinko...

Razão pela qual nunca se deve ouvir música no Youtube



Não sou muito de efemérides



Mas! O homem que fez com que me apaixonasse por jazz faz hoje 20 anos que não está entre os clubes de jazz pelo mundo fora. Era um músico perfeito, foi ao encontro da clareza e da simplicidade, e foi sem sombra de dúvida um dos senão o maior líder de bandas que este mundo teve. Chick Corea, Herbie Hancock, Cannonball Adderley, John Coltrane foram, entre muitos outros, músicos que passaram pelos seus trios, quartetos e quintetos, com o Jazz a sair bem mais enriquecido por isso.

Miles Runs The Voodo Down é daquelas músicas que ouço constantemente quando quero fazer alguma coisa rápido, novamente, ouço outras vezes, mas quando quero despachar-me a fazer uma cena é esta que eu ouço.

terça-feira, setembro 27, 2011

Ok! Alguém me ajude aqui

E rápido que eu vou ver o Benfica. Porque raio de razão ó porquê!?! É que as crianças têm medo de um cão que não lhes faz mal nenhum, e que elas podem comprovar que não lhes faz mal nenhum. É que...

Prova A

Hoje a passear os meus cães no sítio habitual deparo-me com três crianças a uns 50 metros. Os meus cães são muito bem educados, e se um nem preciso de chamar porque não gosta de crianças, outro eu digo junto e ele anda encostado a mim, enquanto olha para as crianças e brincar ao longe.

Há uma que levanta o pescocinho e reconhecendo o Miles parte na corrida fulminante para se agarrar ao pescoço do bicho, tinha não mais que 30 centímetros a pirralhita que dá pelo nome de Beatriz? Benedita? Qualquer coisa com B. Outro pirralhoto arranca com um cavalo daqueles que só tem um pau e uma cabeça aos saltitos e enquanto uma estrafega o meu cão o outro canta em júbilo ao pulinhos à volta dele. O meu Miles nas suas sete quintas. O Farrusco já ia longe. E a terceira criança?

Um martírio! Corria já a 150 metro, a escorregar-se, e a rebolar-se entre relva e calçada, essa devia ter para aí uns 10 anos, a garota com 30 centímetro não terá mais de quatro. Ora se o meu cão pudesse engolir de uma só vez uma criança, não seria bem mais preocupante para a "B"?

Enquanto corre o estafermo da miúda vai de goela aberta e dbs no máximo. Criando um caos ambiental de tal modo constrangedor, que todos que por ali andam me olham como se eu tivesse levado para ali o demónio e o seu acólito, desgraçando as crianças.

Epá... Quem é que explica?

Prova B - Legenda - O meu Miles, um perdigueiro português que tem um caso de amor com o papagaio... uí que medo...

PS: Eu quero lá saber se o meu cão é querido! Esse não é o tema desta conversa!

No mundo dos pequenos dramas



É assim que eu me sinto hoje. "Over a dog..." E enfim, não é um cão, longe disso, e eu estou-me a rir como é meu apanágio. "Over an ugly dog". Não é feio longe disso, mas continuo a rir-me porque é assim que eu ando na minha vida, pronto. O que é que se há de fazer...

segunda-feira, setembro 26, 2011

Luis Django



Reza a lenda que foi com esta música que um cigano dividido entre a Bélgica e a França, sem conhecer fronteiras, se apaixonou por jazz. Foi o Louis Armstrong que com este movimento simples fez com que nascesse para a música o maior guitarrista de jazz de todos os tempos.



Já o disse aqui mas repito-o, o Django Reinhardt tocava como deus, e com apenas dois dedos, devido a um acidente na sua roulotte. Sou um fã incondicional do Django. Ao meu primeiro cão chamei-lhe Miles, ao meu segundo ia chamar-lhe Django, mas acabou por ser presenteado com o belo nome de Farrusco. Pronto, fica para o próximo.

O Miles Davis



Esta é a melhor entrada para uma música de Miles Davis que eu conheço. Reparem no que o Herbie Hancock faz para preparar todo o ambiente da música.

No Jazz sabe-se se alguém está triste, se alguém está contente, se alguém teve um desgosto de amor, se alguém tem uma mulher que o completa, se alguém está cansado ou com energia, se alguém está com pensamentos sombrios, ou solarengos... Aquele não era um bom dia para o Herbie Hancock, mas foi um dia que ficou marcado para sempre na mente dos amantes de Jazz.

É certamente um dos discos que mais ouço, quando estou feliz, triste ou mais ou menos. Procuro ouvir esta entrada quando algo na minha vida parece ter mudado, ouço-a mais vezes, mas em momentos decisivos procuro-a mais. Não sei se foi só um momento, pode ser que não. Mas esta manhã fez-me bem ao espírito e tinha de ouvir o Miles Davis, com a entrada do Herbie Hancock. Esta entrada que eu tanto gosto e que eu preciso de ouvir tantas vezes. A música é mágica, mas a introdução é uma daquelas pequenas provas terrestres de que o homem é o Deus dele próprio.

Ps: e é verdade, se ninguém sentir nada no solo do Miles Davis ali por volta dos quatro minutos e cinquenta, é porque não tem alma. A alma do homem, capaz de identificar momentos verdadeiramente belos, invariavelmente perfeitos. Esta música é uma dádiva do homem ao homem.

O meu facebook IV

Qualquer dia tens de lançar uma do género: "Um bom picante arde a entrar e a sair." Dixit Miguel Bordalo.

Tenho um amigo no facebook que larga todos os dias variados ditados populares que nunca têm grande recepção. Eu sempre que posso comento, mas como é no gozo ele vez sim vez não vai apagando. Esta foi a minha reacção à sua última "O problema com os gregos é que quase tudo o que se pode pensar, eles pensaram-no primeiro e muitas vezes melhor." Que realmente não é a mais actual das frases, é um ditado antigo. Estou a tentar modernizá-lo, mas ele não deixa. Vou continuar a tentar ainda assim, como o mar bate no Cabo da Roca, ou noutra pedra de grandes dimensões que vocês consigam imaginar.

Hoje estou bem disposto. Estou mais virado para o surrealismo, e não me apetece trabalhar. E tenho de trabalhar. Mas estou bem disposto. Mas não quero trabalhar. Mas pronto não vou rever isto porque estou com pressa. Mas esta manhã correu-me bem, queria ligar ao meu sócio e ele não me atende. Onde é que estás sócio? Quero falar contigo. Atende. Liga o telefone. Fala comigo. (cada vez mais distante a voz) fala comigo, fala comigo, fala comigo...

domingo, setembro 25, 2011

O meu facebook III

Estes tipos só podiam dar em políticos. Baseiam grande parte da sua ideologia política num roubo que é conveniente e dá ares de moderno. Roubar é roubar. Não há volta a dar-lhe meus amigos. Se eu faço um disco ou um filme, alguém o copia para a internet e o andam a copiar isso só tem um nome. É como alguém ter uma frutaria, a fruta toda bonita lá fora, alguém abrir a porta do fundo onde está a fruta para substituir a que entretanto está a ser vendida lá fora, e o pessoal entrar e levar. Pronto. É isso. Quer queiram, quer não.

Os blogues

Os blogues são um magnífico barómetro das preocupações da esquerda e da direita. Enquanto que a esquerda se preocupa com o enriquecimento ilícito. (link)

A direita preocupa-se com o mau hálito da Joana Amaral Dias. (link)

O meu amigo Pedro não tem o Sócrates para insultar... anda meio perdido com tudo isto.

Ok é oficial

Estou orfão de livros. Os últimos que eu li eram bons. E tenho cada vez mais dificuldade em encontrar um que goste. Estou aqui numa sessão de trabalho Sábado à noite a pensar que amanhã de manhã não vou poder ir surfar, porque tenho de trabalhar. Que a minha mãe vai-me matar quando descobrir que eu não vou lá almoçar. E tudo isto seria mais fácil se quando hoje eu fosse dormir as minhas horitas de sono, tivesse um bom livro para poder arejar a cabeça. Não tenho, tudo é mais difícil sem um bom livro. Tudo...

Tenho de descobrir um bom livro com urgência.

sexta-feira, setembro 23, 2011

Stephane Wrembel



Já conhecia o Stephane Wrembel há algum tempo à conta dos festivais do Django. Uma das melhores coisas dos festivais de Django Reinhardt é conhecer guitarristas impressionantes.

No último filme do Woody Allen o Stephane Wrembel dá o mote e que mote e que filme, e que filme!

A Hindi

Eu até nem sou o maior fã do original, por isso é com algum entusiasmo que ouço a Hindi Zahra a dar uma nova cara à música. Este guitarrista também é muito ligado.

Einstein

Penso que isto já tinha sido ponderado no Startreck e na Guerra das Estrelas. Não é realmente uma novidade assim tão grande. Como é que querem entrar em velocidade Warp se não for mais rápido do que a luz? E como será para entrar em Hiperdrive? Devem estar a brincar comigo...

Um bom vazio

Para a morte ser celebrada é preciso algum sentimento de nostalgia. Superar a falta que ela nos traz, o vazio, e ultrapassá-lo com um bom sentido de recordação. «Que bom seria ela estar aqui ao meu lado, a ver-me tornar-me no que eu quero tornar-me, em ver aquilo que eu me tornei para o outros, naquilo que eu ainda quero ser e fazer, naquilo que eu sou e faço.»

Hoje terminou uma coisa muito importante para uma das três pessoas mais importantes na a minha vida. São aquelas três pessoas na qual o meu mundo gira. Uma delas terminou algo que vai ter algum efeito em muita gente. Tenho muito orgulho nele, é um homem realmente incrível.

quinta-feira, setembro 22, 2011

O meu facebook

Um evidente mau sinal para os auto-depreciativos... vou fazer um jogging já volto.

Por vezes não sei bem como separar o que ponho aqui e no meu facebook. Tento sempre que seja diferente. Quando estou com menos tempo é mais difícil.

quarta-feira, setembro 21, 2011

Tempo



Gerir o tempo é uma forma de arte. Há quem consiga de uma maneira mais eficaz, há quem consiga de uma forma mais criativa, há quem, como eu, corte nas horas de sono. E assim ando, relaxado, a dormir pouco novamente. Não me posso esquecer de beber muita água para compensar.

Há sempre tempo para ir ouvindo música no entanto. Senão...

...





O Charlie Parker e o John Coltrane, tanto em comum e uma sonoridade tão única.

Dos defeitos e dos feitios



Há coisas com que embirro. Uma delas é acusarem-me de ser infantil porque gosto de dizer piadas. Fazer rir, ou tentar fazer rir é uma caracteristica dos mais novos? Que mundo estranho este...

Essa identificação com os mais novos e os mais velhos é coisa que eu pensava já ter acabado quando eu fiz 16 anos. Parece que se eu viver para ter 60, vou continuar a ouví-las.

terça-feira, setembro 20, 2011

Em repeat



Só hoje, e talvez amanhã... e quem sabe noutros dias para a frente nos anos que para aí vêm.

segunda-feira, setembro 19, 2011

Ninguém ouve o Sousa

Já anda a pregar esta história aos peixes há pelo menos dois anos. Daqui a nada o pessoal chega à mesma conclusão, mas atrasados. Sempre atrasados. (link)

KT para onde vais?



Nunca me tinha sentido tão dividido com uma compositora como me sinto com a KT Tunstall. É que gosto muito de muita coisa que ela faz, e há outras que são de fugir. Curiosamente as mais famosas são de fugir a sete pés. Isso e as com mais arranjos, quanto menos a KT tiver de se preocupar, melhor ela soa.

sábado, setembro 17, 2011

Em modo poupança



Nos últimos dois meses ando em modo poupança. Não gasto mesmo dinheiro nenhum. Estou a tentar chegar aos 200 euros por meses em despesas extra casa, mas a contar com comida. Talvez para o mês que vem.

Uma coisa que não pode acontecer, é obrigarem-me a ir a dois sítios - ao media Market e ao Colombo. Gastei a módica quantia de 16 euros para comprar estes filmes:

Inimigos Públicos - Michael Mann
Sacanas sem Lei - Quentin Tarantino
Raging Bull - Martin Scorsese
Hannibal - Ridley Scott
Casino - Martin Scorsese
Carlitos Way - Brian de Palma
Red Dragon - Brett Ratner
L'Illusionniste - Sylvain Chomet

Sim, 16 euros. Agora perguntam e bem: Miguel tens 16 euros para gastar em filmes? Não. Mas como é que conseguiste gastar 16 euros nestes filmes todos? Não sei. Mas entre o Público a Fnac e o Media Market eles cá cantam e custaram-me ao todo 16 euros. Eu não consigo evitar isto! Dois euros por filme. Como é que dá para dizer não?

Quer dizer... eu podia não ter comprado o Hannibal, mas esse completava-me a colecção. Aquele primeiro do Michael Mann, mas foi o único que eu nunca vi e deu-me a vontade. Pronto 2 euros.... Mas pode até nem ser mau. Pode até ser bom. 16 euros...

E as minhas três estantes acabaram de não conseguir meter mais um único filme... E já não tenho mais parede para umas uma estante. E agora? O que é que eu faço?

quinta-feira, setembro 15, 2011

ESQUEÇAM TUDO

À PESSOA QUE ME DEVOLVER ESTE CD EU VOU-LHE FICAR AGRADECIDO ETERNAMENTE!!! POR FAVOR!!!



É um festival do Django, que tinha esta música, para lá de outras igualmente geniais - Dir War Es Immer So Schön (With You It Was So Very Beautiful) - é engraçado porque quando se ouve jazz atentamente é perfeitamente possível identificar quem está apaixonado, quem tem o coração partido, quem anda contente ou deprimido.

Neste música é claro que o Jimmy Rosemberg sente falta de alguém. Costumava arrepiar-me quando ouvia esta música nos meus auscultadores, hoje em dia tenho de segurar uma lágrima e uma ligeira dor de garganta. Aos 30 segundos começa outro mundo de beleza musical... É outro mundo.

Isto é tão bonito...

Posts providenciais

O último post é capaz de me ter feito recuperar um CD. Assim passo a fazer um post de recuperação de CDs que eu já não tenho, porque "desapareceram por dia", pode ser que funcione.



Jazznova... epá acabei de me lembrar...

Devolvam-mo por favor





Já perdi muito cd na minha vida à conta de emprestá-los a amigos esquecidos. Mas este está certamente no top3, extraído do âmago da era do trihop.

O que vale é que ainda tenho o "test don't test", mas não me satisfaz tanto. Numa altura em que o Amazon quase tudo resolve ainda não resolveu isto.

Acho que já tinha posto a minha egipcia favorita a cantar aqui, mas nunca é suficiente. Ainda que os Attica Blues fossem mais do que Roba El-Essawy, o James Lavelle teve uma mão mais do que importante

terça-feira, setembro 13, 2011

No mundo do Teatro

Houve uma altura na minha vida que eu gostava muito de teatro. A minha mãe assustada sempre quis evitar que eu fosse por esse caminho. Filho! Dizia. O teatro é um mundo cão! Um mundo cão! Mais tarde o meu interesse foi desaparecendo como actor, mas já escrevi algumas peças de teatro que depois apaguei. Falta de confiança. Que me indica que elas não eram boas. Nada é bem feito com falta de confiança.

Mais tarde também me deixei disso. Apesar de não ser impossível fazê-lo se me pedirem.

Agora...

É engraçado como nunca iria calcular que uma coisas destas pudesse acontecer. Antes de a apagar tinha uma peça de teatro escrita que queria apresentar ao Diogo Infante quando ele ainda era director do Maria de Matos, isto depois de ver lá uma peça muito bem encenada por ele do Kaufman (não adormeci...) É panca para nunca mais me acontecer na vida. Depois disto. (link)

Tá bonito

Sou fã de um sítio no facebook chamado "Tá bonito" é assim um título saído de um programa de apanhados na sic com aquele tipo careca. Mas depois os conteúdos deles são muito bons. Senão nunca tinha visto estes dois videos. Ora prestem atenção à segunda metade do primeiro e a todo o segundo.





São as vacas que gostam de Jazz... As vacas... estou lixado com isto.

segunda-feira, setembro 12, 2011

Vou tentar mais uma vez



E agora morre cão. Por te teres levantado. Morre como um bicho ferido sem entender o mal que te cai em cima e o sofrimento a que foste injustamente julgado. Morre...

E se for eu?



Nos últimos três anos da minha vida tenho lutado muito para não me isolar totalmente. Digo que sim mais do que digo que não, é sempre a solução. O critério é dizer que sim a tudo o que for dentro de Lisboa, não ao que for fora.

A verdade é que a humanidade diz-me para eu me sentar no meu quarto e não sair de lá. Os próximos tempos serão mais ou menos assim, forçados, mas bem vindos.

É que do espaço não nascem cogumelos voadores por acaso, e não descem à terra com razão. Já tenho a certeza que eles existem e vêem aí, curiosos a ver o mais delicado dos beijos ao mais absurdo massacre. Uma mulher que deita um beijo na nuca do seu filho, e um homem que rebenta uma bomba na cresce onde a mãe o deixou.

A sério, há notícias que me deixam com dificuldade de me identificar com a raça humana. É difícil entender a ligação para aqueles lados... (link) Só um alienígena é que pode ver estas coisas e sentir o normal distanciamento.

ovni



Se for verdade. Se for mentira.

Num mundo em que a verdade está à mão de um telemóvel de bolso. A verdade aterradora, a verdade do engano.

Para onde foram parar as frotas de Ovnis que pairavam pelo ar nos anos 80 e 90?

O youtube tem uma colecção gigante de avistamentos alucinantes, uns feitos em cartolina, outros em computador, uns com efeitos de luz, outros por manifestações meteriologicas, mas quem sabe um ou outro por uma nave guiada por um tipo verde viscoso, a olhar para isto e pensar - Estes tipos são loucos...

domingo, setembro 11, 2011

Blogues que leio




Prelúdio: Para explicar o meu atraso nada melhor do que contar porque e como é que eu escrevo no Pastelinho. O Pastelinho serve-me muitas vezes de separador entre um trabalho e outro, ou entre o trabalho e sair do computador. Como separador porque se eu estiver a escrever sobre uma coisa, e tiver de ir escrever sobre outra dá-me jeito pensar numa coisa que é completamente inócua e que me faz ir buscar uma música, desligando do assunto passado, e podendo-me concentrar mais rapidamente no outro. Como final porque como passo tantas horas ao computador tenho dificuldades, principalmente à noite, de o largar. Porque é só mais meia hora, ou porque é só mais um quarto de hora que passa a duas. O Post no Pastelinho dá-me uma sensação de final do dia, este é até o que eu uso mais. Daí os posts tardios.

Escrevo os meus posts no blogger, apesar de muitas vezes os passar por um word, não sei porque é que não escrevo directamente no word, mas é assim que o faço. Muito rapidamente, e por vezes publico mesmo sem correcção de um desses dicionários, daí as desgraças que por vezes apanham.

Capítulo I


Para vocês aqui em baixo.


Este post que se segue serve para devolver uns miminhos e elogiar os blogues que eu leio, que na sua esmagadora maioria são das pessoas que me lêem a mim, nem que marginalmente. Gosto de pensar nesta história dos blogues como amizades, e realmente não tenho tempo para mais de 10 ao mesmo tempo. Obrigado à Pusinko e à Joana da janela.

Assim vou atribuir este prémio aos meus 10 blogues favoritos, por razões de leitura, de estilo, mas acima de tudo por carinho ao meus amigos bloggers, alguns deles que se tornaram meus amigos pessoais ao longo dos anos.

Ondas - Tenho de começar com o Ondas, onde eu próprio escrevo e onde fiz muitas amizades, e com quem já passei algumas horas de molho.

Zero Emag - Se eu tenho este blogue, o meu colega de blogue tem o blogue da Zero Emag, é trabalho, mas é uma oportunidade para lê-lo. Tenho de ver se o convenço a começar a publicar as coisas aqui em simultâneo. O Manel é o meu melhor amigo desde os 3 anos. Daqui a dois faz 30 que somos amigos.

Devaneios - A Maria é minha amiga pessoal. Conheci-a no Devaneios, não sei quem se descobriu a quem, mas gosto muito de ler o blogue dela, e gosto muito de sair com ela. Encontrou-me na pior fase da minha vida. Sabe que eu sou mau rapaz, mas tolerável, pelo menos acho, se não não tinha razão para sair comigo por Lisboa. Espero que tenho ganho um bocadinho comigo o muito que eu ganho com ela.

Léxico Familiar - É o Pedro, o último dos meus amigos pessoais nesta lista. Sempre gostei de o ler. Há alturas em que gosto mais de o ler do que outras (depende da situação política). Mas é um mestre da palavra, um tipo muito porreiro com quem tenho saudades de ir surfar. Lá para Novembro...

Dias Assim, Manhã é italiana a noite é alemã e Arcadia - Pessoal que leio sempre. Conheço-os. Mas nunca tive a oportunidade de ser muito amigo deles. Tudo gente porreira que vale a pena ler. O Dias Assim já acabou mas foi um bom blogue este ano.

Feira das Vaidades - Das pessoas que nunca conheci, mas que já quase as considero minhas amigas encontra-se Zozô. No lugar onda a inteligência encontra a mala da Gucci, e na mala da Gucci se encontra um romance do F Scott Fitzgerald.

Pusinko - A Pusinko deverá viver em Londres e deverá beijar bem... Não a conheço, nem me parece que a vá beijar, poderá resultar na degustação forçada da sola do seu pé. Os blogues de mulheres são muito mais divertidos do que os homens. O da Pusinko é genial, bem escrito e cómico de uma forma genuína. É ler.

Pé de Meia - Sei pouco sobre este blogger. Sei que ao contrário da tendência dos homens de fazer blogues com piadas forçadas e pretensiosas, o Pé de Meia faz um blogue com um conceito simples. Uma tirada e uma foto. Algumas das suas tiradas já me levaram às lágrimas, muitas das suas fotos já me fizeram pensar.

Janela de Joana - Leio a Joana há pouco tempo. A Joana tem uma janela muito engraçada, por onde passa muitas das suas referências, das suas preocupações e anseios. É muito bem humorada e vale muito a pena a visita diária.

Deus Criou a Mulher - Finalmente para os únicos tipos que nunca abriram o Pastelinho na vida. Mas que tenho de referenciar. Como alguém dizia há uns tempos "Aqueles tipos são heróis nacionais!" Na verdade não faz muito bem à cabeça de um gajo ver aquilo. A fotografia engana e os modelos são de rara virtude, a realidade tem uma estranha maneira de nos mostrar mais do que aquelas duas dimensões. Mas é um blogue com consulto sempre que posso, como, também eu, um apreciador da matéria.

10! Eu sei que houve ali uma batota. Mas tem toda a lógica. Até os três se conhecem!

Todos os blogues que estão aqui de lado eu leio frequentemente. Esta história do blogger fazer os blogues subirem de fila quando actualizados dá um jeito enorme. Mas não tento ler todos os posts como os aqui em cima representados.

Capítulo II

A Joana, do Janela de Joana lançou-me um desafio e eu vou responder. Mas vou responder ao mais público, há coisas que eu quero e não quero que vão ficar para mim.

5 coisas que gostaria de fazer antes de morrer:
1 - Descer a Avenida Fontes Pereira de Melo de skate.
2 - Ajudar alguém a sério. (Dar moedas, ou dar boleia a alguém não conta.)
3 - Não perder um único dia dentro de água em que possa ir surfar e esteja bom.
4 - Deixar os meus pais orgulhosos de mim por uma razão palpável e não só porque sou filho deles.
5 - Aprender a tocar melhor guitarra.

5 coisas que mais digo:
1 - "Bem jogado!" (Há uma história sobre isto, um dia conto.)
2 - "Sinistro!" (Com voz fininha e arrastada.)
3 - Várias interjeições religiosas como sejam "Credo", "Valha-me Deus", "Minha nossa senhora", "Jasus" (sim, com a, eu digo com a), mas é mais o Credo.
4 - "Acho que é, mas não tenho a certeza, que eu não tenho a certeza de nada na puta da minha vida".
5 - "RAIOS!"

5 coisas que faço bem:
1 - Ovos mexidos. (Acho que já o tinha dito aqui, estão cada vez melhores que agora acrescento-lhes ingredientes.)
2 - Frango à Dias. (Receita minha.)
3 - Fazer rir a minha irmã. (Ainda que já tenha sido melhor.)
4 - Fazer rir a minha mãe. (Também já fiz isto melhor, que ela agora passa metade do tempo dela preocupada comigo.)
5 - Tomar conta dos meus cães.

Defeitos:
1 - Sou má pessoa.
2 - Sou especialmente cruel quando fazem mal a alguém de quem eu gosto.
3 - É difícil gostar de alguém.
4 - Não olho a meios para fazer pessoas rir. Nem que seja às custas de alguém. (reparem no 1)
5 - Sou especialmente cruel para pessoas com quem embirro. (reparem no 1 novamente)

Coisas que adoro:

1 - A minha família.
2 - Os meu amigos.
3 - Os meus bichinhos.
4 - Lisboa.
5 - Surfar.

Coisas que detesto:

1 - Iscas.
2 - Que me lixem um sítio em que eu gosto de estar para relaxar.
3 - Que façam mal a um amigo meu.
4 - Que digam mal do meu país. (Apesar de andar cada vez mais tolerante com isso, desde que seja gente de cá.
5 - Iscas. (Tem de aparecer aqui duas vezes. É mesmo a coisa que eu mais detesto no mundo. Mais do que guerras, fome no mundo, doenças, a minha morte iminente, seja o que for, iscas é algo que me revolta!)
6 - De sair de Lisboa.
7 - De uma miúda pensar que me estou a atirar a ela quando estou só a ser simpático ou a dar um recado. (Aparentemente tenho cara de pervertido.)
8 - De me dizerem "No estrangeiro é que é!"
9 - Fruta espalhola. Pelo menos a que é vendida cá.
10 - De dormir.
11 - De não fazer nada.
12 - De culinária quando matam bichinhos pequenos para ser mais tenrinho... DEIXEM OS BICHINHOS CRESCER!
13 - Gente que faz mal a outra gente.
14 - Gente que faz mal a animais.
15 - Das idiologias de direita, centro direita, e centro. A extrema esquerda também me irrita de sobremaneira.
16 - Comer pisa com garfo e faca.
17 - Abuso de autoridade.
18 - Ignorância.
19 - Discriminação.
20 - Eu próprio.

(Vinte para já. Pode haver adenda...)

21 - Gente que detesta tudo.

Bom. Como eu subverti tudo isto não vou escolher ninguém para continuar o desafio. Quem quiser faz, quem não quiser faz também de conta que não leu.

1984

Nunca antes na minha vida tinha desistido de um livro, e voltado a tentar. Terminei há uma semana o "1984" do George Orwell. Porquê tanta insistência? Porque é um dos livros mais referenciados por gente que eu gosto de ler, ver e ouvir.


Uma das referências.

Realmente o livro tem os seus momentos, e o final apesar de duro, no sentido plástico do duro, de não ser elástico, é bem incrível de agarrar. Foi um dos livros que mais demorei a ler, li o "After Dark" do Haruki Murakami pelo meio, em pouco tempo. Mas valeu pelo final "destruturante".

Microfones nas árvores. O medo das sociedades comunistas. Com certeza a importância das liberdades.

A questão final é: hoje em dia as sociedades não se vão virar para estes estados máximos, resultantes na morte do individualismo. Mas em algo bem mais cínico. As sociedades das liberdades de hoje em dia, são capazes de um controlo colectivo bem mais eficaz, em que o individualismo e o sucesso de um, serve para demonstrar à maioria a matéria do seu próprio falhanço.

quinta-feira, setembro 08, 2011

É justo



Que se o post anterior foi feito para um blogue diferente por engano, e pela pressa de o fazer. Que agora eu deixe cá esta música. Porquê? Porque eu não sou muito surrealista, mas tento! Porra se tento.

Eu já gostava do Owen Wright

Agora gosto muito mais. Parece que dá para respirar fundo... A ver...

O tempo é relativo



Para um ateu como eu os astros são um incrível aparelho de estruturação universal. Como um planeta se pode transformar em vários tipos de astros, que acabam por se tornar redondos.

Eu odeio coisas circulares. A partir deste mesmo momento, apesar da lua me parecer todos os dias uma visão incrível, quase surreal de ver. Vou fazer essa excepção.

É engraçado como o único momento que não é redondo é quando estamos sozinhos. Esse vive-se em linha recta. Todas as outras relações são redondas.

Odeio os meus candeeiros do IKEA, redondos e amarelos. Odeio o som da bateria desta música, redonda, e da guitarra menos, que apesar de redonda sempre sai um bocadinho.

Não gosto dos meus olhos e de ter de os abrir. Assim vou dormir agora. Não sem antes ter lido um pouco, sobre o tipo que está a ficar estruturalmente louco.

terça-feira, setembro 06, 2011

Ser independente é bom!

Todos os anos faço as pazes com a Madeira no Avante. Vou lá, falo com os camaradas da Madeira, que são todos muito simpáticos, e estão bem mais preocupados com o estado em que a Madeira se encontra e com o efeito Alberto João Jardim do que as pessoas aqui no continente.

A verdade é que está cada vez mais difícil de aguentar esta situação da Madeira. Não há maneira de parar um louco de gastar, ainda por cima muitos dos gastos para fazer coisas descabidas que põem em causa as futuras gerações da Madeira. (link)

A atitude inteligente seria mesmo propôr a independência à Madeira. Em último caso sermos todos a decidir. E apesar de eu saber que há ali gente prejudicada e que tenta lutar contra a péssima gestão, a falta de democracia, e a total ausência de racionalidade na escolha dos líderes políticos, também sei que a minha vida começa a custar-me muito caro, porque a oposição também não consegue tirar aquele tipo dali. Um desastre.

domingo, setembro 04, 2011

O lado da luz na música



Só para tentar explicar o que se passou numa tenda algures no Avante hoje.

Estava tudo a proteger-se do Sol, a descansar e em amena cavaqueira. Ia começar um concerto de Jazz, depois de um grupo popular ter tocado. O pessoal sentou-se todo, e entra o Júlio Resende, o Matt Penman, o Perico Sambeat e o Joel Silva.

O quarteto começa a tocar com alguma indiferença na plateia. O burburinho é evidente. Por altura do segundo tema o burburinho é menor, no terceiro tema já quase ninguém fala, e ao quarto tema está tudo vidrado.

Até ao final do espectáculo foi só apreciar a música. Por momentos, mesmo que breves momentos, todos naquela tenda sabiam que estavam perante músicos de eleição a tocar música de eleição.

O poder era tanto no fim do concerto que quase se ouvia o esgar de sofrimento da algumas pessoas a vibrar com aquela música. Com aqueles arranjos e com aquela execução.

A tenda levantou-se para aplaudir enquanto era invadida por uma gigante turba que ia acompanhar uns tais de Virgem Suta. A vida musical de muitos dos habitantes da tenda passou de imediato para o normal. Mas quem sabe um pouco não tenha ficado. Um pouco de música a sério, um pouco de música real, quem sabe um pouco daquela música não lhes tenha tocado a alma, e alguns, nem que poucos, e os tenha preparado para que no futuro eles encontram o lado da luz na música.

Foi o maior pedaço de adrenalina de Jazz porque alguma vez passei. Do outro mundo...

Não é fácil



Descrever o prazer que é acompanhar, de perto, o Júlio Resende na sua carreira como pianista. Espero poder fazê-lo durante muitos e muitos anos, como amigo ou como colaborador.

Hoje no Avante foi assim.

E claro perdi-me novamente em Almada. Deve ser o lugar com mais maneiras de se ir para Lisboa e tudo passa por ir por uma ponte...

Subúrbios...

Sim. O vídeo está estragado. É ir uma sexta-feira ao Braço de Prata e pedir-lhe carinhosamente para ele tocar Sakatwala. Se ele não tiver uma vocalista lá a tocar, acederá sem problema.

Hoje foi assim



E claro! Perdi-me por Almada...

Subúrbios...

sábado, setembro 03, 2011

A beleza

É engraçado, hoje estou aqui desde o meio dia a adiar coisas que tenho mesmo de fazer para fazer merdas que não tenho mesmo nada que fazer.

Então na pasmaceira de um Sábado em que devia mesmo estar a trabalhar chego à conclusão que há uma razão pela qual nunca namorei com ninguém por causa da sua aparência... quer dizer... a não ser aquela vez. Ou a outra também. Hà uma possibilidade que houve uma terceira que até foi séria que...

Nâo interessa. Então aquele blogue que a Zozô me mostrou que eu andei lá a ver até chegar à página da miúda que meti em três posts seguidos tem o nome dos modelitos em tag. Hoje lembrei-me que podia haver uma página de fã no facebook, e como esta foi a modelo de quem eu fui mais fã de todos os tempos... bom houve uma em tempos... mas isso são contas de outro rosário. Fiz então o meu like. O que não foi minimamente satisfatório.

Terá ela um perfil? Sim! Tinha. Gostos de música - Rihanna, Lady Gaga e Kesha, entre outros. Gostos de cinema - Avatar e Harry Potter. A Ginta Lapina tem as orelhas um bocadinho grandes demais e parece-me demasiado baixa...

E claro, aumentei o meu estatus de voyeurismo de "estou-me a cagar" para "comprou uns binóculos e já espreita de vez em quando" diz que isto só tem tendência a piorar...

No surf

Ontem fui surfar de manhã. Por vezes é necessário relaxar e ir passear com os amigos. FOi exactamente o que eu fiz. Ora, se é verdade que há uma certa magia no meu desporto de eleição, também é verdade que ele pode acarretar muitas desilusões.

Ontem chegámos ao nosso destino e não havia ondas para surfar, apesar dos mapas de ondas e vento jurarem que sim. A maré estava mais vazia do que os cofres portugueses antes dos resgates financeiros, ou depois que a diferença não deve ser muito, aliás porque nem deve tocar em cofre nenhum...

Desmotivados decidimos ir a uma conhecida praia perto de Lisboa, que está muito exposta a ondulações, e onde habitam algumas das mulheres mais bonitas de Portugal, serviria, nem que fosse, para lavar os olhos.

A meio no entanto decidimos ver uma praia, para a qual nunca tínhamos olhado uma única vez. E da desilusão passou-se ao entusiasmo.

Claro que o entusiasmo tem o seu preço...

E cada aventura tem os seus perigos. Esta estrutura que o meu amigo "x" de seu nome X estudou parecia frágil, mas no fundo era apenas perigosa e instável. A equipa que veio de França para produzir esta obra de arte demorou anos a calcular o poder da erosão da escarpa, e o efeito da lama nos seus degraus, foi com um sentido de alívio que acabámos de descer, e com um sentido de "quero lá saber se isto não é seguro eu estou mas é cansado depois de surfar três horas" com que subimos novamente.


Por vezes não ser engenheiro tem as suas vantagens. Eu acredito no senso comum de quem deixou ali as escadas. O X sabe que não há senso comum nenhum naquela "construção".

sexta-feira, setembro 02, 2011

Estou a almoçar

Agora mesmo. Estou a almoçar. Só para que fiquem a saber.

Não é só isso! Acabaram de me telefonar e eu a ver os meus canelonis a arrefecer. Atendo porque podia ser a minha mãe, e é sempre preciso atender as mães. Não era a "rapariga do outro lado" a tentar vender um seguro de saúde dentária.

"Senhor Miguel, preocupa-se com a sua saúde dentária?"

(Na minha cabeça, sou obcecado com isso por acaso.)

"Sabe tenho dentistas na família."

"Ah pronto..."

"Acha que está resolvido?"

"Pois, muito obrigado então."

Até deu para escrever este post para deixar os canelonis arrefecer que estão quentes.

Pergunta: Porque raio é que fazem uma embalagem de canelonis sem ter os canelonis em número par? Os problemas que isso causa...



É verdade. Ninguém na minha família é dentista.

Diz que a beleza

Diz que a beleza tem algo a ver com simetria e equilíbrio. Ri-me quando vi o número nos comentários aqui em baixo, sempre que aparece a foto da moça...

Haviam de cortar onde?

Cá está o corte da despesa, tão aguardado até pelo mais esquerdalhas, como eu, que é do corte na despesa pessoal de direita? Pois aqui vem o corte que sem surpresas só não é "Corta nos ministérios sociais e da cultura" porque já não há cultura. Assim restam os primeiros.

E assim vai o meu país, desresponsabilizando-se dos mais desfavorecidos,com pudor de tocar nas grandes fortunas.

Atenção para o que são os ministérios sociais - saúde, educação (esses sacripantas que andam a ensinar as gerações do futuro) e claro está a segurança social, mas esses são os ciganos, não interessam a ninguém. (link)

O post do ódio


Não gosto de lol, e não gosto daqueles bonequinhos irritantes que se mexem quando são inseridos num chat, não gosto de chats, e não gosto de mim próprio. Portanto estamos quites.

Pondero usar a imagem da moça de... um país qualquer nórdico. Pelo menos até ter uma namorada que decide "investigar-me" na internet, ou até encontrar outra moça tão bonita quanto esta, que não vejo como é possível. Está combinado. A partir de agora, contamos sempre com a presença dela nos meus posts, assim como uma companhia agradável àquilo que eu escrevo. Vou ter de deixar de escrever coisas negras, e provavelmente aquelas pirosices também.

quinta-feira, setembro 01, 2011

Adeus mulher linda


Até amanhã...

Vem Outono vem

Já estava farto do calor do verão. Adoro a chuva o fresco e, acima de tudo, a ausência do sol e do calor. Bem vindo sejas Outuno, espero que fiques por cá até Julho do próximo ano. Só porque tem de ser! Senão era o ano todo assim.
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