segunda-feira, outubro 31, 2011

4,453,221,909th

O meu número...

Aparentemente vou viver até aos 75. Não me parece...

Podem ver vocês o vosso número e perder 2 minutos que ninguém vos vai dar de volta. (link)

E pronto

Faltam 11 dias para o 11.11.11.

É...

E cá vou ficando





Eu não sou um tipo romântico. Se fosse provavelmente não estava sentado nesta cadeira. Tudo o que faz parte de mim, neste momento, grita para eu estar noutro lado. E serei alguma vez capaz de o dizer? De o dizer de uma forma definitiva?

Na realidade sou um cobarde, não passo disso, e vejo os meus filmes como refúgio ao que eu quero realmente fazer. E ouço a minha música para não ter de me ouvir, para não ter de falar.

E cá vou ficando...

domingo, outubro 30, 2011

Trabalhar com música



Eu só consigo trabalhar com música, o problema de trabalhar com música é que a música faz-nos pensar naquilo que queremos e não naquilo que temos de pensar.

É por isso importante para mim, que o trabalho seja algo que eu gosto mesmo muito de fazer, porque senão distraio-me mais vezes do que quando me estou a divertir a trabalhar.

É evidente que há alturas em que a música tem uma influência mais destruidora no meu trabalho. Estas últimas duas semanas terão certamente sido o caso.

Hoje muito concentrado prometi fazer nada enquanto não terminasse o que tinha para fazer. Mas aí... pus-me a ouvir Django e aí... está tudo estragado...

Pensem só nisto



Dois dedos... velocidade de execução...

Django a tocar



Um dos videos mais manhosos de todos os tempos. Qual sincro qual quê?!? Mas a verdade é que ainda se pode ver um bocado o Django a tocar, e isso é sempre fascinante.

sábado, outubro 29, 2011

I will never treat you mean



We could plan a murder
Or start a religion

A confiança

Em tudo gosto mais de me dar com pessoas confiantes do que com pessoas menos confiantes. No trabalho, nas amizades e nas relações amorosas.

Se tenho de escolher um político, se tiver de ter um patrão, se quiser ouvir um músico. A confiança torna-nos melhores. É aquele factor extra que nos permite sair de um buraco e apontar o dedo mostrando o caminho.



Há portanto alturas da minha vida em que eu tento analizar os meus níveis de confiança. Quando entro em conflito comigo mesmo, é disso que eu penso. Não estás a conseguir lidar com isto... estarás confiante?

Eu quero-me sempre confiante.

sexta-feira, outubro 28, 2011

ok portanto

É possível que eu daqui a uns dias, exactamente daqui a 14 dias... desapareça durante uns tempos... Sei lá. Digamos... uma semana deve bastar para eu só trabalhar e fazer esta outra coisa que eu tenho para fazer.

ok portanto faltam 14 dias...

O meu facebook IX



Eu bem que me esforço. Felizmente com uma dicas posso começar a enganar as moças todas que eu conheço no faces. Magotes de moças!

O meu facebook VIII



Não era esta a versão. Há uma com Wynton Kelly ao piano que... epá... nem sei de tão bonito que é.

Grant Green e Wes Montgomery



Na minha auto aprendizagem, ainda em processo de iniciação, de conhecimento do jazz e da sua história, conheci primeiro o Grant Green e só depois o Wes Montgomery. Descobri o Grant Green que me levou a conhecer mais tarde um dos melhores guitarristas de todos os tempos, o Wes tocava guitarra com um pulsar único.

Ouçam esta próxima música com total atenção, que bem num dos meus álbum favoritos de todos os tempos "Willow weep for me". E estou aqui a escrever nem sei se há no youtube para eu mostrar... a ver se eu encontro o tema "Portrait of Jennie"...

NÃO HÁ! Raios. Odeio quando isto acontece. Queria mostrar-vos...



Deixo-vos o "Impressions", também coisa boa de se ouvir.

quinta-feira, outubro 27, 2011

A internet e os seus castigos



Há lá coisa mais irritante do que consultar uma letra de uma música, querer ver informações da NBA, consultar a bola, ou outro site de entretenimento, avistar a moça em cima e não ter o cuidado suficiente para não lhe passar com o cursor em cima. Começa aquela lengalenga gigante e irritante, que por vezes não pára. Terrível!

A internet sempre teve destes momentos de terror presentes de uma maneira assustadoramente evidente, sendo nós os responsáveis pelo seu desencadeamento. Como quando abro o público e aparece um daqueles anúncios de página inteira, e o terror é falhar o sítio onde o fechar. Esperar ou arriscar. Porque abrir uma brincadeira dessas pode dar mais trabalho, a fechar janelas e janelinhas, do que esperar que aquilo passe. Ou então aquilo nunca passa até se descobrir onde fechar...

Até estou cansado só de escrever isto.

Right on the kisser!



Não há momento mais estúpido do que a violência irracional, instantânea, sem um pingo de processo racional? Não há. Mas há qualquer coisa neste momento que me diz que aquele tipo, anormal, que não se aguenta e espeta um murro no árbitro, como muitos milhares o quiseram fazer antes dele, está a viver mais intensamente o jogo do que os outros. Demais? Certamente. Mas mais intensamente. Nada naquele momento é mais importante que aquilo. E quem é que já passou por um momento absolutamente puro como aquele? Puramente estúpido? Sim. Certo. Mas puro ainda assim.

Porque não...

A Pusinko tem uma rubrica onde fala do pessoal que chega ao blogue dela via google, ou motores de busca. No caso do Pastelinho isso não poderia existir, porque são raras as pessoas que procuram coisas para encontrar o Pastelinho, a não ser "O Pastelinho", ou "Pastelinho".

Mas verdade também é que há uma procura, onde o Pastelinho é rei e senhor - "Fim de Semana Lusitano". Em 2004 o sô Manuel fez o favor de deixar o Pastelinho com um post que já nos trouxe mais visitas a este blogue do que alemãs a voltarem de férias a Portugal por causa do Zezé Camarinha. Ok não serão muitas, mas são algumas. E na procura "Fim de Semana Lusitano", o Pastelinho orgulha-se de ter a primeira posição no top da procura.

Mas o que raio é o "Fim de Semana Lusitano"? Pergunta o leitor incauto. Se não desconfiaram com a referência ao Zezé Camarinha eu explico. É um filme pornográfico português. Uma referência na industria, pelos vistos, que se alguém souber como lhe pôr as mãos, sem que alguém lhe tenha posto as mãos primeiro em cima, de preferência... bom preferência não, mais uma exigência, que diga. Por curiosidade, deve ser coisa linda...

Agora era ver se o meu caro colega de blogue fez a referência ao filme, ou se foi um feliz acaso... conhecendo a peça diria que ele não dá ponto sem nó. E lendo o texto, não ficam a restar muitas dúvidas.

Ps: Mais uma vez a Pusinko fica para sempre ligada no gigante mundo da internet, através deste blogue, a algo suspeito...

Ps 2: Gostava de ver algumas caras de pessoal a ler um post político quando à procura de outras coisas. Ou então não queria ver cara nenhuma. Que esses momentos são coisa para o estranho. De certeza.

quarta-feira, outubro 26, 2011

Loudon ah?



Adoro o Loudon Wainwright III, há músicas que são tão imcompreesíveis que a barreira entre o que é verdadeiramente sério e deprimente e o que é terrivelmente cómico e hilarante se junto exactamente ao mesmo ritmo, na mesma canção. Se eu qualquer dia escrever assim. Sou um homem feliz.

Pronto



Lia hoje que bloggers apaixonados deviam ser proibidos de escrever. Bom. Está bem. Mas apaixonados quando tudo corre bem? Ou apaixonados mesmo quando nada corre bem?

terça-feira, outubro 25, 2011

É realmente uma língua musical



Quando bem usada as línguas árabes são realmente muito bonitas. Ao contrário quando se põem lá aos berros com os radicalismos islamicos, parecem só assustadoras.

A tal da primavera árabe, está cada vez mais a resultar em mais radicalismo islâmico em vez da libertação dos povos. Isto porque o povo, mal informado, não sabe o que quer.

A respirar melhor



Já tomei os calmantes. Tudo se encontra melhor neste momento. Até tenho um pouco de sono. Vou aproveitar.

O meu facebook VII

Isto tem de haver um limite do que eu sei sobre numeração romana. Vai ser bom testar os meus conhecimentos. Provavelmente é a última vez que o faço.



Enfim. Quando uma pessoa se sente deslocada isso reflete-se no nosso facebook.

segunda-feira, outubro 24, 2011

sábado, outubro 22, 2011

O Jazz meu amor o jazz

Ontem falhei mais uma vez o meu concerto de Jazz favorito. O Júlio Resende terá estado na Fábrica Braço de Prata, e eu não consegui lá ir. Ouvir aquele pianista magnífico e os seus convidados. Sou um profundo amante do jazz do Júlio, serei sempre.

Assim hoje acordei com uma ânsia de jazz, e foi a lembrar-me de uma mulher que um tema em especial me veio à cabeça. Por entre os meus, poucos, discos de jazz tenho algumas versões do Jitterbug Waltz.

Jitterbug é um nome de alguém que dança. A mulher que não me sai da cabeça dança, nunca dancei com ela, mas ela dança como deus, já a vi dançar várias vezes, antes quando não a conhecia via dançar uma vez, e só me lembrei que a tinha visto dançar antes de a conhecer, bem depois de já a ter conhecido. Sempre dançante, sempre muito bem dançante.

Esta primeira versão do Django foi a primeira vez que eu ouvi falar do Jitterbug Waltz, o Django Reinhardt que é certamente um dos tipos que mais me introduziu a temas clássicos do jazz e à minha necessidade de procura de coisas mais clássicas para entender como é que ele chegava a certos temas, da maneira como chegava, e para eu próprio testemunhar a maneira única como o Django tocava e transformava o jazz.




A seguinte é a original. Ouço-a hoje pela primeira vez. O Youtube dá algum jeito tenho de confessar. O tema original... interessante não o imaginava assim. Pensei-o sempre mais dançante, mas a verdade é que não podia ser dançante, teria de ser um swing tocado como uma valsa. Coisa tão boa essa do jazz. Uma carta de Thomas "Fats" Waller.



Um dos meus pianistas favoritos também pegou nesta música. O Art Tatum tem aliás várias versões do Jitterbug Waltz, mais intimistas, mais melódicas, com ritmos e harmonias que não lembram ao diabo se o diabo fosse um génio do jazz.



Já aqui coloquei vários vídeos do Scott Hamilton. Que é um saxofonista moderno, sem nunca deixar de sentir o jazz como os grandes interpretes. O jazz é para ser ouvido por todos. Há coisas que o Scott Hamilton faz no saxofone e como líder de uma banda que mais ninguém faz por mim. Grande versão do Jitterbug, mais uma vez.





Outro saxofonista que faz uma versão do Jitterbug Waltz é o Eric Dolphy. Eu não conheço muito bem a música do Eric Dolphy, hoje também foi a primeira vez que ouvi esta versão, o youtube deu uma ajuda nunca daquelas coisas maravilhosas do género, se você ouviu esta música, tem uma exactamente com o mesmo nome para ouvir aqui também. Obrigado youtube, valeu, não sabia que o Eric tinha uma versão disto, já o tinha ouvido, mas nunca me passou um disco dele pela estante.



Por fim, e eu já devo ter colocado esta música no Pastelinho umas 10 vezes. O Charlie Byrd... a versão do Charlie Byrd é única, é a minha favorita, é daquelas músicas que não dá para ouvir senão no youtube, porque a versão que eu tenho em disco não é tão quente. É uma daquelas coisas que me faço ouvir de vez em quando, em alturas em que preciso de saber que há coisas no mundo que valem a pena... não sei se devia estar a ouvir isto hoje...



E pronto, aqui vai a comparação de Jitterbug Waltz. Espero que gostem de ouvir os vários tons uma só música de jazz pode ter, tão diferente e como uma linha tão única...

quinta-feira, outubro 20, 2011

Não estar lá


How to disappear completely

Ontem fui sair ao bairro e tudo me parecia feio. Lisboa ficou feia por momentos, alías, desde terça que Lisboa está um pouco... desinteressante.

Estar com os meus amigos no bairro ontem foi uma experiência algo vazia, a ausência de presença que eu gostava de ver nas últimas vezes que lá estive notou-se mais do que qualquer outra coisa.

O que me faz lembrar esta música de Radiohead, como desaparecer quando acompanhados. COmo desaparecer totalmente, como não estar onde estou, como não viver o que se depara diante dos meus olhos.

E sim, é um post deprimente, e melancólico.

quarta-feira, outubro 19, 2011

Sim!

Dane Reynolds Sucks At Surfing. from Michael Kew on Vimeo.


O Manel hoje, lá no Ondas, fez-me ouvir este disco outra vez. Acho que era mesmo isso que a depressão estava a necessitar. Só espero que ter espaço e tempo para gozar a depré no fim-de-semana.

Um oceano



Um oceano enorme...

E cá estamos



A percorrer estes trilhos das saudades, estes trilhos das ausências. Será mais correcto estes trilhos da saudade, estes trilhos da ausência. Nunca antes tão notada, nunca antes tão intensa.

E cá estamos nós, no mundo da novidade, da novidade já calculada, ainda que inesperada, quando o tempo corta o tempo e o tempo não dá para nada.

A vida de um insecto riu-se de mim neste momento. Tão irónico lhe chegou o sarcasmo que aprendeu a custo no final dos seus dias de um comprimento assim isento.

Ficarei à espera, de um vazio em mim, da luz que agora se desvaneceu da cidade. Do cheiro a alecrim, a daquele cheiro teu, que já não pode ser verdade.

sábado, outubro 15, 2011

Como é que eu resolvo as coisas?

Escrevendo, pois claro.

Mas não será aqui. Aqui é macho! Macho!



Ok... talvez a música seja um bocado maricas... Mas porra quem é que não gosta de um bocadinho de Dave Matthews de vez em quando?

quarta-feira, outubro 12, 2011

O meu facebook VI

Pois é. Isto para aqui não anda vida fácil e até o Baden Powell toca temas de jazz... O que só vai tornar as coisas mais difíceis. Bem mais difíceis.



Assim sou forçado a mostrar facetas minhas que eu não gosto. Demonstrado pela fotografia absolutamente deprimente que consta neste momento no meu facebook.

Pronto era isto. Ando com saudades vossas. Vou fazendo o esforço para acompanhar os blogues do pessoal que aparece por aqui. Mas ultimamente também andam um pouco adormecidos...

Estou vivo

Mas só mais ou menos... Em cuidados paleativos.

sexta-feira, outubro 07, 2011

EU GOSTAR DE BATATAS



Gostar de batatas a murro com o bacalhau esturricado saído do forno. Eu gostar.

Para quem tem dúvidas



Aqui está a música mais indicadora do estilo que por aqui passa. Mas eu gosto. Mas é por aqui que eu ando. Acho que hoje estou melhor que ontem. Isto pelos vistos até é de passar.

quinta-feira, outubro 06, 2011

ok... ok

O pai do Rooney fez com que eu me lembrasse deste filme. Vou ter de o voltar a ver em breve.



O Marlon Brando está enorme neste filme, como está em todos os filmes em que estava de corpo e alma. Esta cena do filme On The Waterfront é uma das grandes cenas da história do cinema, mas se o Brando está incrível, ao seu lado Rod Steiger está intocável também. Toda a cena do carro há uma alteração nas personagens que quase nenhum filme aguentaria se não fossem os dois actores brilhantes. O ok... ok... é quase demolidor. É preciso ver o filme, o youtube é só uma note de apontamente.

Elia Kazan no seu melhor.

A minha constante luta

Estou sempre numa constante luta para não tornar este blogue num "blogue de gaja". Não posso fazer nada, aparentemente escrevo como uma gaja. O que afasta um pouco o meu companheiro de blogue aqui do sítio, que ele não gosta de ser confundido com as minhas exposições indirectas, mas climatisadas.

Ou seja. Tenho com certeza de deixar outros falarem por mim.



Pronto falhei novamente. Mas o que é que se pode fazer?

terça-feira, outubro 04, 2011

Puta que pariu

É que já nem é o que os madeirenses merecem. É que nós não merecemos aquela merda. Puta que pariu...

Desculpem-me a repetição

Mas no disco isto vem assim:







Comprem o disco...

E é exactamente assim...

ao som



...

FBI? CIA?

Estou desconfiado que as agências de segurança dos EUA estão de olho neste blogue... Welcome friends! We mean you no harm. We are true believers in peace, the ultimate peace, and we still mean you no harm.

Desde que a Pusinko me ensinou a ver as estatistas deste blogue que todo um novo mundo se abriu à minha frente...

E como num leve golpe redirecciono as agências de segurança da nação mais... já não sei o quê, para outro blogue... Muahahahaha! Desculpe lá Pusinko....

Aquele tipo de jornalismo

Reparem nesta notícia. (link)

É realmente engraçado, ou melhor, talvez trágico que um editor se vire para um estagiário e diga "miúdo, ou miúda, está aqui uma notícia por fazer daquelas que temos mesmo de fazer para cumprir o espaço que temos de ocupar, já pensaste em alguma coisa?" O estagiário ou a estagiária gaguejam em resposta "Estatatatava ali a ver um press release da Nasa a dizer que não é tão grande o perigo de asteróides baterem na terra... popopode ser interessante, nananão?" Depois de meio segundo de reflexão desiludida "Ouve lá! Onde já se viu uma notícia de asteróides serem menos perigosos para os humanos? Achas que isso é notícia porra!!! Vais mesmo fazer essa notícia, mas quero-a bem escrita!"

O talentoso ou talentosa futuro ou futura jornalista então escrevem o título "981 asteróides de grande dimensão ameaçam a Terra" e no texto um pequeno à parte (Pensava-se que eram 1000). E o primeiro parágrafo é o seguinte "Afinal, os asteróides entre 100 e 1.000 metros de diâmetro que rondam o planeta não são 35.000, como era suposto, mas sim apenas cerca de 20.000. O risco de colisão também é mais pequeno do que era estimado até agora. O problema é que 981 (pensava-se que fossem 1000) são de grandes dimensões e podem, de facto, chegar a ameaçar a Terra."

Ler mais: http://aeiou.expresso.pt/981-asteroides-de-grande-dimensao-ameacam-a-terra=f677995#ixzz1Zo9CAEsp

Eles querem que vocês leiam mais... leiam mais então. Boa notícia. O editor deve estar a comer um mufin e um laté no espaço comum com o estagiário neste momento, a dizer-lhe que ele tem futuro naquela profissão.

segunda-feira, outubro 03, 2011

O meu facebook V

Hoje a minha empresa recebeu uma declaração de pagamento, com ela uma enorme frase a bold, a única frase em maiúsculas e a bold:

SE A PRESTAÇÃO DE CONTAS RESPEITA A ENTIDADE COM SEDE NA ZONA
FRANCA DA MADEIRA NÃO PROCEDA AO PAGAMENTO, UMA VEZ QUE O SEU
REGISTO BENEFICIA DE GRATUITIDADE EMOLUMENTAR.
NO ENTANTO, GUARDE/IMPRIMA ESTA REFERÊNCIA MULTIBANCO, UMA VEZ
QUE A MESMA SERÁ NECESSÁRIA PARA ACEDER À CERTIDÃO PERMANENTE.


Tive de perguntar ao TOC se toda a carta era uma brincadeira. Não era...

Kentuky

Não sei onde é Kentuky, sei que é um nome tornado famoso pelos seus frangos, por uma loja onde nunca comi nada na vida, mas já vi gente a comer. Há no Colombo, lá em cima, junto ao tipo que tinha uma quinta e decidiu dizimar todas as suas vacas para fazer hambúrgueres.

Mas Kentuky não pode ser um mau lugar. Não pode. Hoje fez-me lembrar alguém, o que ultimamente parece ser a única coisa em que estou interessado. Por associação de ideias é verdade, mas acima de tudo por causa desta música.



Rachel's... tornaram-se rapidamente a minha banda favorita de post-rock. Tenho todos os cds deles, e mesmo tendo em conta que o Full on Night é capaz de ser um pouco fora para se ouvir calmamente em todas as situações, todos os outros discos são magníficos.

Kentuky à noite. O lugar dos frangos. Onde tudo se passa e ninguém vê, onde se estuda desde o ovo a possibilidade do frango ter três características por ordem de importância Crescer rápido, ter muita carne e ser saboroso. Como chegar lá? Não interessa.

Claro que não foi por isto que esta música me fez ter uma série de associação de ideias. Foi só por ser Kentuky à noite. Kentuky Nocturne. Frango à noite...

Não gosto de esperar



Esta é a minha música preferida do Zeca.

A marcha do tempo parou...

Hoje é assim



Dia para os "um pouco fora" Grizzly Bear soarem alto na minha aparelhagem. Pelo menos hoje de manhã. Que eu tenho que esperar... esperar... esperar...

Esperar



Porque é que eu sou tão mau a esperar? Porque é que as coisas não me correm mal quando eu não consigo esperar, mas também não me correm tão bem como se eu soubesse esperar... Esperar. Odeio chegar atrasado, odeio esperar. Hoje será um dia difícil, esperar...
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