quarta-feira, fevereiro 29, 2012

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Tenho um amigo



Tenho um amigo, de quem gosto como um irmão. Adoro o tipo. Ele sofre. Emprestei-lhe o sofá um dia. É como emprestar o colo, mas eu sou um gajo. Tenho pena de não o conseguir ajudar. Por falta de capacidade, e porque certamente há coisas que as pessoas têm de fazer por elas próprias.

É engraçado. Não sei lidar com o sofrimento dos outros. É bem mais difícil do que lidar com o meu próprio. COm o meu é fácil. Sei que se trocasse de lugar com ele... não sei. Mas se pudesse trocava. Resolvia e voltava a trocar. Era mais fácil.

Amo uma mulher, de quem gosto como o ar que respiro. Amo aquela mulher. Ela não está impecável. Mas não tenho sofá para lhe emprestar. Nem sei como posso ajudá-la. Até porque em certa medida ela não precisa da minha ajuda, nem ele, o meu amigo. Eles não precisam realmente de mim. Mas existindo, eu preciso de os ajudar. É difícil quando não consigo. É difícil quando descubro que não é o meu lugar e tento...

Gostava de lhe tocar e de a fazer sentir-se melhor. Gostava de lhe dizer as palavras certas... Para ela, nos momentos mais difíceis, não se sentir desajustada, mas mais calma. Porque todas as peças vão encaixar...

Não sei... Gostava de sentir que conseguia mudar o que está à minha volta. Mas por vezes o que eu toco transforma-se em pó. Sou alérgico ao pó... Tenho de arranjar maneira do meu toque de Midas ser mais concreto. Mas resoluto...

Estou prestes a achar que realmente o Pastelinho não é lugar para isto... Mas por vezes quero escrever. E encontro-me aqui...

Ps: Desculpem os erros, mas este foi mesmo aqui... rápido...

terça-feira, fevereiro 28, 2012

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Porque chorar não seca os olhos



E porque chorar não seca os olhos, porque chorar faz-nos fechar os olhos, e ao abri-los ver melhor, e ao focá-los ver sem dor

É...



Cinco minutos são diferentes de três e de sete... mas há pessoal que não vê isso bem assim. Esta música tem cinco minutos e mais uns segundos. Aproveitem.

Ui...



Reparem que no segundo corte, o empregado já foi eliminado... Eficiência germânica...

segunda-feira, fevereiro 27, 2012

Já ouvi isto?



Será?

Já ouvi isto?



Será?

Não sei



As bandas que mais me irritam não são as que eu não gosto. Essas eu ignoro com facilidade. E até consigo ouví-las sem lhes ligar puto. As bandas que mais me irritam são as que eu gosto, como Jeniferever, mas não sei bem como...

Os Jeniferever estão sempre a tocar a mesma música? Estão sempre a cantar da mesma maneira? Os momentos espaciais deles são conseguidos? Reparem no solo instrumental desta canção. Devia ser o momento mais apaixonante da música. E no entanto é preso, e de alguma maneira danifica a parte seguinte da música. A primeira metade, no entanto - preenche-me as medidinhas todas.

11

domingo, fevereiro 26, 2012

quarta-feira, fevereiro 22, 2012

terça-feira, fevereiro 21, 2012

segunda-feira, fevereiro 20, 2012

A compreensão do fim



Já pouco me lembro desta série. Lembro-me de vez em quando de ouvir esta música. Lembro-me que adorava e ao mesmo tempo tinha dificuldades em compreendé-la. Não o tema, a série.

Tenho curiosidade em vê-la de novo. Mas é possível que não vá gostar e que esteja datada. Ou então não e eu iria divertir-me a vê-la de novo. Quem sabe um dia não a arranjo e vejo-a toda de novo.

Acho que a grande diferença entre o Twin Peaks e outras séries era a vertente artística da série e a tentativa de entrar no cérebro das pessoas, nem por isso más, nem por isso boas, mas manipuladoras ou inocentes. Mas é possível que eu não me lembre bem. E não faço ideia o que me deu hoje para eu me lembrar do Twin Peaks... O que raio terá sido?

domingo, fevereiro 19, 2012

sábado, fevereiro 18, 2012

quinta-feira, fevereiro 16, 2012

O meu tipo de videoclip!



O meu tipo de dança.

Não é o meu tipo de música. Mas fico a abanar o melão quando os estou a ver ali a fazer aquela dança, e este vídeo, simples, criativo. Muito bom.

20

O maior dos amores

Li um livro que me tocou mais do que esperava, acho que por uma música também, e por ela entendi melhor o livro. Uma espécie de reciprocidade que nunca me tinha acontecido. Por vezes acontece com filmes, mas nunca funciona, gosta-se mais do resumo do filme e o efeito das imagens, ou do ambiente mais criativo e completo do livro.

Um romance resolve coisas que só podem ser resolvidas na humanidade com a passagem das folhas, é o movimento perfeito de continuidade.



O livro 1984 do Orwell tocou-me mais do que eu inicialmente pensei por duas razões. Pelos microfones nas árvores, nunca confirmados, e a relação com a música, penso que o maior símbolo da repressão, até no ponto mais longínquo, a presença da besta, do medo. E pela relação de amor entretanto desencadeada. Gerada não pelo medo, mas pela empatia, pela incrível capacidade que os humanos têm de se apaixonar pelo que têm em comum, nem que seja a mais pequena coisa, ou a maior das coisas, e que tudo o resto seja diferente.

O que é que eles tinham em comum? Não queria sentir medo. E por momentos, quando juntos, não o sentiam mesmo. Por momentos tudo eram só eles. O amor que eles tinham. Os momentos que guardavam, os planos que faziam, os pequenos toques no meio da multidão, proibidos.

Mas o medo... o medo. Esse grande iniciador das mais horríveis atrocidades, esse grande motivador das justificações descabidas...

É interessante porque o 1984 não é realmente sobre ignorância. Apesar do controlo pelo poder e pelo medo resultarem nisso mesmo. O livro é acima de tudo o poder do medo sobre o amor, e sobre a humanidade.

Nos dias que correm há medo. Nos dias que correm é-nos dito que tudo o que temos de fazer já está escrito. As maiorias encontram um único caminho bifurcado, aos círculos, porque acompanhados vão sem medo, uma espécie de um oito deitado, sim, esse mesmo, infinito.

EU escolho o amor e a paixão. Eu escolho ser grego e internacional. Eu escolho ir atrás daquilo que amo. Eu escolho mudar primeiro e não esperar para depois. Eu escolho o amor perante o maior dos meus medos. E é isso mesmo que eu vou fazer.

Por isso meus amigos e minhas amigas, deixo-vos aqui a melhor versão e vou continuar viagem.

quarta-feira, fevereiro 15, 2012

domingo, fevereiro 12, 2012

Os dias correm



É incrível como os dias podem correr assim. Um tão bem, e outro a seguir tão desastroso. E a pensar que tinha começado tão bem, comigo a surfar. A apanhar um frio dos diabos mas dentro de água...

Quer dizer... Em retrospectiva, o final da surfada foi tão desastroso como o final deste dia.

Como um gesto... Uma frase... a ausência... a presença fictícia podem ter um efeito tão marcante numa pessoa.

Enfim. Não tarda estou a beber umas cervejas e tudo vai ficar melhor. Espero eu. Sim. Melhor. De certeza.

quarta-feira, fevereiro 08, 2012

Não sei





Mas vou um dia perder o meu tempo a ver se gosto destes tipos ou não. A primeira gosto da música, a última não muito, apesar de ter os seus momentos. Não há nada de definitivo, nada que o destinga. Mas há ali uma ou outra coisa que me agrada mesmo assim. Não sei. Estou muito na dúvida.

O Jazz



Ou melhor, os vários tons da disposição musical.

terça-feira, fevereiro 07, 2012

Culturas



A globalização com todos os seus defeitos, é algo para abraçar. As culturas juntas, misturadas, evoluem em conjunto.

É engraçado como esta música é uma prova tão interessante de como várias culturas se encontram em duas pessoas, uma mulher e um homem, e todo este caldeirão resulta em algo simples, e lindo.

Sim é uma música sobre a perda da inocência. Algo drástica. Mas são experiências que todos temos. E outras ainda teremos também. Juntos todos, cada vez mais. Que as crises que nos afectam tão grandemente, não nos afectem nisto também.

sexta-feira, fevereiro 03, 2012

UUHUHUH!



FESTA!!!!

EI EI EI!!!!



Se isto não serve para motivar os pastelinianos... bom... vai ser difícil...

quarta-feira, fevereiro 01, 2012

Para alegrar o Pastelinho



Back to my Roots!!!!!!!



Ou então uma música que passa aqui no pastelinho, gosto mais de Pixies do que Placebo. Duas bandas que não ouço, diga-se de passagem, mas por vezes sabe bem perdermos um pouco a cabeça, sonhar acordados.

Mas bom...



Na realidade, ultimamente, é isto que me alegra. Bom... pelo menos numa larga medida.

Cuidado!!!

Hoje passei por várias provações à minha masculinidade. Colocaram-me um anúncio de aumento do pénis no meu carro. Quando fui comprar papel higiénico uma revista com o título "aumente o seu pénis" na capa estava mesmo ao lado. Passei pr um site, queria ver se passava um programa sobre nba, a sério, não é pornografia (link) e lá eles também me ofereciam a possibilidade de aumento, em apenas três semanas...

Okokok... Tenho de pensar nisso. Não me pressionem.
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